sábado, 29 de dezembro de 2012

FELIZ 2013! [cordeirojorge]




Desejo um 2013, com muita paz, amor, saúde, dindim também, pois faz parte. Possa ser um ano iluminado, que Deus possa se fazer presente dia a pós dia na caminha de cada um de nós. Que Ele possa nos dar sabedoria, tranquilidade para vivermos melhor. Que possamos ser felizes em tudo o que nos propusermos a fazer. Que tenhamos amor ao nosso próximo assim como a nós mesmos.
Que 2013 seja um ano de lutas, pois são nelas que nos fortalecemos, mas acima delas de vitórias gloriosas.
Um ano muito abençoado para você. Desejo tudo o que existe de melhor nesse mundo pra você.. FELIZ 2013
Plante seu jardim e decore sua alma, em vez de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar… que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida”
Que venha 2013..

Um grande abraço do amigo/irmão.

cordeirojorge

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

FELIZ NATAL E UM PROSPERO ANO NOVO!!!!!!!!!!!!!!!

Final de Ano tempo de parar, analisar e fazer uma completa reflexão sobre a vida, pensar em cada momento vivido para descobrir qual foi o saldo positivo de metas planejadas. Neste ano que está surgindo tão cheio de promessas e esperanças que venha marcado pela alegria e pela bem aventurança e realizações. Que o futuro abra as portas de todos os corações prontos para ele e que ajude aos que não estão prontos a se aperfeiçoar . Que se tornem corações fortes, grandes e completos de otimismo, compreensão e força. Para você essa pessoa tão especial quero desejar toda a felicidade desse novo tempo que se aproxima. Que toda a esperança, emoções, vitórias e alegrias caiam como uma enorme chuva em sua casa e sobre você e seus familiares. Na passagem do ano que a luz divina se acenda dentro de seu coração. Desejo do fundo do coração que a promessa do ano novo seja cheia de esplendor e magia. Boas festas!

Com carinho de LUIZ EBERT E FAMÍLIA
                                           EX-BACURAU

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

INOCÊNCIO SE MANIFESTA

Caros amigos,
 
Pretendo no próximo ano, decidir por estar mais próximo de vocês. Por ora, a minha mensagem de final de ano.
 
Um abraço,
 
Inocêncio

domingo, 16 de dezembro de 2012

BENTINHO, REZA ALÉM DA CONTA


- Bentinho, você é muito religioso, é o que todo mundo fala, mas tem hora que você extrapola, não dá pra segurar um pouquinho?
- O pessoal fala demais, veja bem, essa falação começou só porque numa mesma missa, era domingo, igreja lotada demais, eu comunguei três vezes, o padre nem percebeu, mas as que levam o meu segundo nome, notaram e deram com a língua nos dentes...
- Espere um pouco, você disse que elas levam o seu segundo nome...
- Sim, você anda esquecido, essas beatas dedo duro são conhecidas, também, pelo nome de Carolas e eu me chamo Bento Carola [risos].
- É mesmo, Bentinho, até no nome você é religioso, ou seja, Bento Carola [mais risos]. Cá pra nós, é verdade que toda vez em que você passa na frente de uma igreja, você reza 10 Pai Nosso e 50 Ave Maria?
- É verdade, moço. Eu não resisto e faço isso todas as vezes em que passo.
- Olha pelo que eu sei, nossa cidade tem umas 15 igrejas católicas e na rua em que você mora tem duas igrejas e duas capelas, presumo que este seu costume de rezar não funciona com as capelas...
- Aí é que você se engana, claro que funciona, porque as capelas são pequenas igrejas, mas são igrejas.
- Meu amigo, eu estou calculando aqui quantos Pai Nosso e quantas Ave Maria você tem que rezar de segunda à sábado, porque da sua casa até o serviço, você tem que passar pelos quatro templos, vejamos, se são 10 Pai Nosso e 50 Ave Maria para cada um deles, dão um total de 40 Pai Nosso e 200 Ave Maria.
- Você errou a conta.
- Não errei não, Bentinho, sou bom em matemática.
- Errou!
- Muito bem, por que errei, então?
- Porque na volta do serviço, eu rezo, também, portanto, são 80 Pai Nosso e 400 Ave Maria.
- Bentinho, desculpe- me, isso é exagero e você deve chegar tarde no serviço.
- Eu não sou bobo, eu acordo mais cedo e calculo o tempo direitinho e chego no trabalho na hora certa.
- Bentinho, você é demais pro meu gosto.
- Não sou não, isso é de família, o meu primo, Turíbulo dos Santos, que mora na cidade vizinha, faz a mesma coisa.
- Não acredito!
- Pode acreditar, só que eu o acho muito exagerado.
- Olha quem está falando em exagero, tenho até medo de lhe perguntar, mas vou lhe perguntar: Por que ele é exagerado?
- Porque além de fazer o que eu faço religiosamente, ele ainda reza 2 Salve Rainha [gargalhadas].

Anibal Werneck de Freitas.

sábado, 15 de dezembro de 2012

EDUARDO HENRIQUES É ENTREVISTADO PELA PREVI

Amigos, é com muita satisfação que, abaixo, levo até vcs entrevista exclusiva ao Departamento de comunicação da Previ através da jornalista Cláudia(RJ). Nessa iniciativa da nossa querida PREVI conto um pouco de minha história nos caminhos da arte, cultura e, principalmente, da música. Agradeço muito à PREVI pelo carinho e reconhecimento pelo meu trabalho ao longo dos anos nessa área. Tenho muito orgulho de pertencer a
essa instituição sólida, séria e principalmente forte o bastante para nos amparar, depois de tantos anos de trabalho dedicados ao Banco do Brasil.
Fica aqui junto às palavras abaixo um pedido para que todas as AABB´s de nosso país dediquem mais tempo à proliferação da arte e cultura em suas programações. O Esporte é mais do que importante porém
a Arte é o alimento da alma e, nós não somos apenas corpo.
Quem quiser ver a entrevista no portal da Previ é só entrar em: www.previ.com.br – sala do participante – artes – música.
Abraços
Eduardo Henriques


http://www.previ.com.br/imagens/infprevi/header_plano1.jpg
Música para animar
Aposentado faz da arte, plano de vida.
O mineiro de Cataguaces (MG) Eduardo de Oliveira Henriques se aposentou pelo Banco do Brasil (BB) em 2004. Desde então, foca suas atenções às suas paixões: a música e a produção de vídeo. O aposentado participa da banda Momentos há 15 anos e, ainda, da produtora homônima há dez anos.
“A produtora nasceu quando comprei uma filmadora M900, das antigas e, no dia seguinte, quando fui fechar um serviço de música da banda, o cliente perguntou se eu conhecida alguém para filmar a festa, no caso, bodas de prata. Na hora respondi, a Momentos Áudio & Vídeo. Comprei um spot iluminador às pressas, chamei o meu sobrinho, passei orientações básicas sobre a filmadora e partimos para a festa. Eu tocando e o meu sobrinho filmando. Lá no palco, preocupado, eu não sabia se prestava atenção na letra da música ou no meu sobrinho filmando. Acabou que deu tudo certo, o cliente gostou da filmagem e começamos dessa forma”, conta Henriques.
Produção e muita música
A banda Momentos segue se apresentando em eventos corporativos e em comemorações, como aniversário de 15 anos e casamentos. Henriques explica que a formação se adapta conforme o tamanho da festa, podendo ser um trio ou até uma orquestra. Hoje, sua filha Isabela, de 12 anos, os acompanha em algumas apresentações, as consideradas mais “lights”.
“Desde os seus seis anos, percebi que ela tinha potencial vocal e fui observando. Prestava atenção quando ela brincava e comecei a orientar. Em algumas apresentações da Momentos ela me acompanha e canta, mas não segue nossa agenda, pois é uma criança e tem horários próprios”, comenta, orgulhoso.

Qual o ganho que a música lhe oferece?
Muitos colegas do BB, mesmo aqueles que se preparam, quando viveram a aposentadoria se sentiram perdidos e sem saber o que fazer. Graças à música eu não tive esses sentimentos. Eu não percebi que me aposentei, pois já tinha meus compromissos com a banda. Além disso, a música gera uma renda complementar. Costumo dizer, com orgulho, que estava bancário, mas sou músico.
O foco da Momentos é a apresentação em eventos e festas. Qual o seu grande prazer com isso?
Não importa o tipo de apresentação. O que vale é o reconhecimento das pessoas. Fazemos eventos fora da cidade de Juiz de Fora e tenho orgulho de ver as pessoas aproveitando nossas músicas. A minha geração foi conturbada. A música para mim foi uma tábua de salvação e, ao mesmo tempo, uma terapia. Dediquei-me a ela, estudei e aprendi um modo de me expressar.
Quais momentos inesquecíveis a música te proporcionou?
Tem duas situações que são importantes para mim. O fato de eu ter sido o primeiro presidente do Conselho Estadual da Associação Atlética Banco do Brasil (AABB - Cesabb-MG) e, assim, poder promover ações ligadas à arte. Como também ter levado a arte por meio de músicas, poesias e exposições à nossa de Juiz de Fora (JF) com o “Sarau de Artes e Cultura”, quando fui diretor de eventos artísticos e culturais da AABB-JF do ano de 2011 até outubro de 2012.
Quem tiver interesse em saber mais sobre a banda Momentos pode visitar sua página no YouTube, basta colocar na busca do canal o nome “EduHenriques02”. Lá, é possível conhecer o trabalho do aposentado como músico e produtor de vídeo. Para falar com ele, é só escrever para momentosjf@uol.com.br.
O Eduardo Henriques já foi tema de outra reportagem para Sala do Participante, quem quiser conferir é só clicar no link.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

MONSENHOR GERARDO NAVES - O Padre dos 7 Instrumentos - (1912 – 1985)



Nascido em São Sebastião do Paraíso a 03/04/1912, veio para Leopoldina em 1963. Foi Cura da Catedral desde 1965 e Coordenador da Pastoral da Diocesana desde 1974. Fez seus estudos de Humanidades e Filosofia no Seminário de Guaxupé, Teologia no de Belo Horizonte e, ainda neste último, especialização em Psicologia e Sociologia.
 Lecionou na C.A.D.E.S. e no Colégio São Luiz de Guaxupé, no Colégio Estadual São José do Rio Pardo , no Seminário Diocesano Nossa Senhora Aparecida, de Leopoldina e na Faculdade Santa Marcelina, de Muriaé. Foi professor de Língua Portuguesa, Francês, Literatura Francesa e de Moral e Cívica, chegou também a dar aula de Latim no Seminário N. S. Aparecida, de Leopoldina, cuja língua falava fluentemente e aposentou-se no Colégio Estadual Botelho Reis, onde trabalhou no período de 1963 a 1982.
Gerardo Naves foi, também, Capelão da Marinha de Pesca em Arrais das baias de Ilha Grande, Sepetiba e Recôncavos.
Músico, teatrólogo, poeta e prosador, suas obras eram assinadas pelo pseudônimo, Alberto M. Alves, minha mãe Wanda, segundo ela, chegou a ouvir uma novela dele pelo rádio.
Certa vez, eu estava no Clube de Leopoldina com o Naves e de repente apareceu uma dupla sertaneja com um LP nas mãos, estavam programando um show no clube, deste modo, o cônego aproximou-se deles e pediu para ver um disco da dupla, na mesma hora, ele [o Cônego Naves], me mostrou a segunda capa do LP e na relação das músicas gravadas estavam duas com a assinatura, Alberto M. Alves, ele sorriu pra mim, entregou o disco à dupla e em seguida, simplesmente, os agradeceu. Outra feita foi em Ubá(MG), estávamos caminhando para uma igreja, eu, o Naves e alguns seminaristas, e dentro do templo, um coral estava ensaiando uma música para a missa, pois, é, o Cônego Naves simplesmente virou pra gente e disse: - Esta música fui eu que compus. Assim era o grande artista que ele foi.
Eu já não estava mais no seminário quando, certa vez,  recebi a notícia de que ele tinha ganhado cinco prêmios na Europa, onze na América do Sul e oito no Brasil.
Ele é o autor do Hino de Leopoldina (Letra e Música).
Em 1954, ganhou o concurso de música erudita do Conservatório de Paris; e, em 1982, comemorando o 20º aniversário daquele concurso, foram convidados 20 mestres da música internacional para julgarem as 19 peças anteriormente vencedoras, saindo-se vitoriosa a composição do Monsenhor Gerardo Naves. Além de tudo isso, como escritor, publicou prosas e versos na ANTOLOGIA LEOPOLDINENSE de 1982.
Segundo o Necrológico da Diocese de Leopoldina(MG), o Monsenhor Gerardo Naves faleceu em 23 de maio de 1985, na cidade de São Sebastião do Paraíso(MG), justamente onde nasceu, aos 73 anos, morreu, praticamente, para os padrões de hoje, fora do combinado, segundo o Boldrin, poderia ter produzido mais, não que eu tenha alguma coisa contra os fumantes, o Cônego Naves fumava muito e o seu cigarro preferido era o Capri, cujo maço era pequeno e todo vermelho.

*Algumas informações foram tiradas da ANTOLOGOGIA LEOPOLDINENSE e, também, do site da DIOCESE DE LEOPOLDINA(MG).

Anibal Werneck de Freitas.

REDE GLOBO, AQUI Ó!

Rede Globo,


“deixa eu “ ver se entendi:


Vocês pagam a um gordo rico para emagrecer, incluindo despesas com professores, médicos, equipamentos, academias, viagens...



...e me pedem dinheiro para dar esperança a uma criança magra e faminta?

É isto mesmo?

Cesarilda.
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É por isso que nunca dei um tostão para o tal de
Criança Esperança, até porque eles nunca deram satisfação total sobre  o que recebem através da desrespeitosa campanha que fazem pedindo dinheiro o tempo todo.

Anibal Werneck de Freitas.
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quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

PROFESSORA CARMEN DA SILVA XAVIER, 111 ANOS BEM VIVIDOS [1890 – 2001]




Fotos, da
Professora
Dona Carmen
da Silva
Xavier, 
de Artes 
Plásticas, 
extraídas 
do Blog do  
José do Carmo.

 
Quando eu fui pro Seminário Diocesano N. S. Aparecida de Leopoldina-MG., no ano de 1961, a 1ª série ginasial eu a fiz no Colégio Estadual Botelho Reis, um prédio com suas enormes colunas, parecido com um templo grego que me impressionou muito, todavia, o que mais me chamou a atenção foi uma senhora já bastante idosa, dando aula de artes plásticas, era realmente uma mestra gabaritada no que ensinava, pois bem, antes de falar sobre a Dona Carmen, como era chamada por todos, devo confessar que fiquei muito triste com a falta dos nossos professores no I Encontro, o mundo não está nem aí para nós seres humanos, pois nos privou dum encontro que seria muito melhor se os nossos mestres estivessem presentes, a maioria esmagadora morreu segundo o Monsenhor Chamel: o Átila, [Matemática], o Hudson [Inglês], a Dionéia [Francês], o Waldir [Matemática, o Élcio [Religião], o José Machado [Música},
o Naves [Latim, Francês, Teatro e Música], o Bertoque [Latim], a Dona Limpinha [Geografia], a Dona Belinha {Matemática – que foi professora da minha mãe, também] e a Dona Carmen [Artes Plásticas] que viveu até os 111 anos. Realmente, dos professores, pelo que eu fiquei sabendo, só ficaram o Chámel [Matemática e Latim] e o seu irmão, Oílian José [História], realmente, foi uma lacuna, expressando melhor, um buraco negro que assolou o nosso encontro a falta desses mestres, isto sem falar dos nossos colegas que também partiram, fora do combinado, como: o Agostinho, o Serginho, o Edelmo, o Luiz Olímpio, o Sudário e o Vicentão, perdoem-me se estou esquecendo de alguém, neste ponto confesso que não fomos privilegiados, a Natureza não foi nem um pouco generosa com a gente, mas o que fazer, o jeito é tocar a bola pra frente e, foi o que fizemos, a alegria manteve-se em alta e o encontro foi um sucesso.

Voltando ao início deste texto, deixando o Muro das Lamentações de lado, a professora idosa que me chamou a atenção se chamava CARMEN DA SILVA XAVIER, um sobrenome bem mencionado na nossa História do Brasil:



*Ela era filha de Antônio da Silva Xavier e Albina da Silva Xavier, nasceu em Tebas de Leopoldina a 15/01/1890. Veio para Leopoldina em 1913 e lá residiu à rua João Gualberto, 29, fundos. Professora primária aposentada. Ex-professora de piano. Ex´diretora de estabelecimento de ensino (de 1924 a 1969). Fundadora da Igreja Metodista de Leopoldina. Publicou vários  trabalhos na imprensa local. Publicou em 1982, o seu livro, “Flores Esparsas”, cuja edição se esgotou. Orgulha-se de ser descendente do herói da Inconfidência Mineira, o alferes Joaquim José da Silva Xavier, “TIRADENTES”. Foi agraciada com uma Placa de Prata, em São João da Barra (1961), dada pela municipalidade. Recebeu a Medalha de Honra da Inconfidência, por méritos cívicos, conferida pelo Governo de Minas Gerais (1982). Todo ano , a 21 de abril, recebia, em sua casa, homenagem da Loja Maçônica de Leopoldina, que no ano de 1983 lhe entregaram um Cartão de Prata. Dona Carmen possuía trabalhos publicados na ANTOLOGIA LEOPOLDINENSE, edições de 1981 e 1982.



*O texto, em Itálico, sofreu algumas alterações para situá-lo no tempo, mas foi extraído na íntegra do livro, PROSA E VERSO, de 1983, da ANTOLOGIA LEOPOLDINENSE, cujo coordenador era o nosso Professor Waldir Policiano de Rezende, que com um braço só passava os deveres de Matemática no quadro negro numa rapidez surpreendente e quando chegava no final da lousa, com a mesmo braço, apagava tudo e continuava escrevendo até terminar o exercício. Certa vez, fora da sala de aula, no corredor do seminário, o Professor Waldir me surpreendeu, eu estava estudando um texto em inglês no meu livro didático, de repente, ele o tomou de mim e começou a traduzir fluentemente a lição. Fiquei boquiaberto vendo o conhecimento que ele tinha sobre a língua dos britânicos.

Em tempo: Dona Carmen da Silva Xavier morreu no dia 11 de fevereiro de 2001 na cidade de Leopoldina-MG., aos 111 anos.



Anibal Werneck de Freitas.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

BANDA MOMENTOS NOS BONS TEMPOS




Para os meus amigos ex-seminaristas que o , também ex-seminarista dominicano, Armando, insiste em nos chamar de “padres gorados”, mais um vídeo meu. Esse feito em 2007, quando o Youtube era apenas um bebê. Fiz esse vídeo quando a minha querida BANDA MOMENTOS, no seu auge, acabou. E essa música era  o nosso carro-chefe. Da Banda não ficou nada mais que a saudade. Durante a apresentação coloquei algumas cenas de nossos grandes bailes.
Abraços.
Eduardo Henriques

sábado, 8 de dezembro de 2012

MENSAGEM DE MÁRCIA & CÉLIO






A todos ex-seminaristas e amigos.
 
A nossa conquista de tempos perdidos e lindamente achados contribuiu para que ficássemos mais e mais amigos, não podemos esquecer disso.
O padre Chamel nos chamou para ver os seus meninos e  para nos falar de carinho e saudades até então acumuladas.
As palavras de contentamento dele foram expressadas em sua face. O ano de 2012 foi para ele e para todos nós um ano especial. Que também seja o de 2013 onde com certeza estaremos juntos novamente.
Um FELIZ  NATAL e um ANO NOVO cheio de paz e prosperidade para todos.

Márcia,Célio e família.

O APELO DE MÁRCIA

Aníbal,
 
acho que todos nós temos um compromisso com os nossos corações pelo Seminário. O Encontro não aconteceu por um acaso. Você, o Eduardo (que acho uma pessoa também muito especial para todos nós), Fernando, José Célio Calçado e outros, não mediram esforços para que todos se reencontrassem. Achei muito lindo tudo. Cada um com sua história e suas glórias. Não pode só ficar olhando os recadinhos e nada!
Como eu disse em um texto para vocês:  
HÁ UM TEMPO PARA TUDO,INCLUSIVE UM TEMPO PARA QUE TODOS OS TEMPOS SE ENCONTREM.
O tempo tão procurado foi achado. Não se pode perder tempos de amigos saudosos.
Se depender de minha pessoa, não me custa nada a incentivá-los.
Gostaria também que outras esposas também participassem junto comigo nessa história tão bonita do Seminário.
Abraços a todos.

Márcia.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

O RIO DO FAUSTINO

O Faustino era um colega legal, um pouco lento, de cara sonolenta, falava devagar e tinha dificuldades de se locomover devido ao peso além da medida, sofria de um mal muito comum na fase infantil e, também, na, senil, mal este que dava uma trabalheira danada aos seus pais, cientes do que ele sofria. 
Pois bem, eu, o Faustino e os demais companheiros éramos os seminaristas mais novos e, devido à isso, dormíamos no dormitório dos menores. Naquela época, o seminário tinha dois dormitórios, o dos menores (quinta e sexta séries) e o dos maiores (sétima e oitava séries).
Durante o dia, o Faustino era igual a todos, a diferença se fazia à noite, melhor dizendo, na madrugada, tanto assim que, por culpa dele,  a geografia do dormitório mudava completamente no dia seguinte. Digo culpa, porque quando acordávamos, tínhamos um obstáculo que não existia na noite anterior. Você, caro ex-seminarista, deve estar me perguntando:
- Afinal, que obstáculo é este que o Faustino criava?
Já vou logo lhe colocar a par, todavia, gosto de fazer um pouco de suspense, do contrário perde a graça. Então, vamos lá: o nosso colega, Faustino, sofria de incontinência noturna, ou seja, urinava muito enquanto dormia, era quase sempre. Sua cama ficava na metade do dormitório, num local oposto à porta que dava para o vasto corredor do seminário. Deste modo, no dia que a topografia do quarto mudava, um rio nascia debaixo da cama dele, atravessava todo o espaço que tinha pela frente e desaguava justamente no corredor, da nascente à foz era urina pra ninguém botar defeito e o cheiro?, este se espalhava pelo recinto tornando-o insuportável e, eu, mais os meus colegas que ficávamos na margem oposta à do banheiro, tínhamos que pular o rio do Faustino para escovar os dentes e etc...
O nosso Reitor, Pe. Antonio, sabia do problema do Faustino, e, devido a isso, nunca ficou zangado com ele, tanto assim que, certa vez, meio sorridente, o que não lhe era comum, fez uma reclamação que não deu pra ninguém, inclusive o próprio Faustino, segurar o riso:
- É, hoje, o Faustino foi além da conta, conseguiu, até, molhar os meus sapatos.

Anibal Werneck de Freitas.