> Meu amigo, Anibal.
Bom dia.
BUSCANDO SAÚDE
Como eu, também, sou um corredor, acho que este assunto seria interessante
colocar no Blog. Entendo que seria interessante, para todos.
Um abraço
José Antônio
> Quando eu estava prestes a completar 50 anos,
> um amigo me disse que naquela idade começava a decadência. Então
> resolvi fazer alguma coisa legal para comemorar a data e tive a ideia de
> fazer uma maratona. Já comecei a correr pensando nos 42 km.
>
> Pouco tempo depois, outro amigo me passou um programa de treinos
> e fui seguindo como podia. No fim daquele ano, corri a Maratona de Nova
> York em 4h01. Isso foi em 1993, e desde então já participei dessa prova
> mais umas sete ou oito vezes. Também já corri em Chicago, Berlim e
> Joinville; meu melhor tempo é de 3h38, em 1994, em Nova York.
>
> A maratona é minha distância preferida.
> Ninguém corre 42 km sem estar preparado, todo mundo ali sabe o que está
> fazendo, então existe muito mais respeito. Já participei de alguns
> revezamentos e provas menores, mas não gostei. Também fiz a São
> Silvestre e detestei, achei uma bagunça.
>
> Treino duas vezes por semana no Parque do Ibirapuera
> e nos fins de semana procuro correr no Minhocão ou no centro da cidade.
> Aí vario os trajetos: passeio pela praça da Sé, largo de São Bento,
> Mercado Municipal. Cada treino varia entre 15 e 25 km, depende de quanto
> tempo tenho.
>
> Também subo os 16 andares do meu prédio duas vezes por semana.
> Vou pelas escadas e desço pelo elevador, onde aproveito para ir me
> alongando. Repito isso entre oito e dez vezes. É puxado, mas me dá um
> fôlego danado e com certeza me ajuda a correr melhor.
>
> Se as pessoas fizessem mais exercício, ficar parado seria menos penoso
> para o corpo. Quando você é sedentário, você se levanta e logo tem que
> se sentar de novo — e aquilo não te descansa. Quando você corre
bastante
> e senta, é uma sensação muito boa.
>
> Sempre levo meu tênis quando vou viajar.
> Tem coisa mais gostosa do em um dia de congresso você se levantar
> cedinho para treinar? Corro 2 horas e depois passo o resto dia sentado,
> sem culpa, ouvindo as pessoas falarem sobre os assuntos de que eu mais
> gosto. É uma delícia.
>
> Para mim, a corrida é um antidepressivo maravilhoso.
> Sou muito agitado, faço muitas coisas e a corrida também me ajuda a
> relaxar. É o momento em que fico em contato comigo mesmo, vejo minhas
> limitações, e isso me deixa mais com o pé no chão. Por isso não corro
> ouvindo música e prefiro treinar sozinho.
>
> No ano passado, fiz a Maratona de Berlim em 4h12.
> Depois pensei que se tivesse feito 2 minutos a menos teria me
> qualificado para Boston. Não quero estabelecer essa meta porque tenho
> medo de me frustrar, mas, se este ano eu conseguir fazer uma maratona em
> menos de 4h10, posso comemorar os 70 anos correndo em Boston.
>
> Não tenho nenhum cuidado especial com alimentação.
> Antes do treino, bebo uma água de coco ou como uma fruta. Depois tomo
> café com leite e como pão, azeite e tomate. Não estou convencido de que
> existe um benefício real nesses géis e vitaminas, aminoácidos. Durante a
> maratona só bebo água, não tomo nem isotônico. Como cortei açúcar da
> minha alimentação há 34 anos, tenho medo de ficar enjoado e passar mal.
>
> O exercício só é bom quando ele termina. Durante, é sofrimento. Às
vezes você até libera uma endorfina no meio e dá uma sensação boa, mas o
prazer mesmo vem quando você acaba.
>
> Quem faz atividade física tem um envelhecimento muito mais saudável.
> Tenho quase 70 e não tomo nenhum remédio, peso 3 kg a mais do que na
> época da faculdade. As pessoas dizem: Você é magro, hein? Que
sorte!
> Não é sorte, tenho que suar a camisa todos os dias.
>
> Eu corro porque estou convencido de que o exercício físico
> é contra a natureza humana. Precisamos combater essa inércia. Nenhum
> animal desperdiça energia, ele gasta sua força para ir atrás de comida e
> de sexo ou para fugir de um predador. Com essas três necessidades
> satisfeitas, ele deita e fica quieto. Vá a um zoológico para ver se você
> encontra uma onça correndo à toa. Ou um gorila se exercitando na barra..
> Por isso é tão difícil para a maioria das pessoas fazer atividades
> físicas.
>
> Um exemplo disso são meus pacientes.
> A grande maioria são mulheres com câncer de mama. Muitas passam por
> quimioterapia, perdem o cabelo, têm enjoos, fazem cirurgia para retirar
> parte do seio. E enfrentam esse processo com tanta coragem que fico até
> emocionado. Depois disso tudo, falo para elas que, se caminharem 40
> minutos por dia, cortam pela metade a chance de morrer de câncer de
> mama. Esse índice é maior do que o da quimio, mas menos de 1% das minhas
> pacientes começam a fazer exercício. Vai contra a natureza humana.
>
> Muita gente fala que não tem tempo de fazer exercícios.
> Dizem que acordam muito cedo para levar os filhos à escola, que
> trabalham demais, que têm que cuidar da casa. Antes eu até ficava com
> compaixão, mas hoje eu digo: isso é problema seu. Ninguém vai resolver
> esse problema para você.
>
> Você acha que eu tenho vontade de levantar cedo para correr?
> Não tenho, mas encaro como um trabalho. Se seu chefe disser que a
> empresa vai começar um projeto novo e precisa que você esteja lá às
> 5h30, você vai estar lá. Você vai se virar, mudar sua rotina e dar um
> jeito. Por que com exercício não pode ser assim?
>
> Nós temos a tendência de jogar a responsabilidade
> sobre a nossa saúde nos outros. Em Deus, na cidade, na poluição, no
> trânsito, no estresse. Cada um de nós tem que se responsabilizar pelo
> próprio bem-estar e encontrar tempo para cuidar do corpo. É uma questão
> de prioridades.
>
> Se você não consegue fazer exercício de jeito nenhum,
> pelo menos tem que ter consciência de que está vivendo errado, que não
> está levando em consideração a coisa mais importante que você tem, que é
> o seu corpo.
>
> Este ano pretendo correr as maratonas do Rio e de Chicago. Se
fizer abaixo de 4h10, me qualifico para Boston”
>
> Drauzio Varella é oncologista e já publicou 11 livros, entre eles
Estação Carandiru.
sexta-feira, 14 de junho de 2013
MORTE DO MAÍCA
![]() ![]() | ||||
Acabei de ler no Blog, a notícia da morte do Maíca.
Fiquei triste com a notícia. Eu morei em Nova Iguaçú, por sete anos, e durante algum tempo ele fez plantão numa clínica, lá. Cheguei, certa vez a procurá-lo e falar com ele. Eu sabia da situação dele em Recreio. É uma pena.
Ele fez parte da época de "ouro" dos seminaristas.
Que descanse em paz.
Um abraço
José Antônio.
__________
José Antônio,
estive fora da
internet devido a uma reforma que fiz no meu apartamento e só agora
estou lhe respondendo. O Maíca, realmente, foi uma perda muito grande para todos nós
e, além do mais, prematura.
Um abraço,
Anibal.
MAÍCA
Repasso
mensagem receb ida agora a pouco do colega Chico Avelino sobre
falecimento do ex-seminarista Sigmair Marques conhecido como Maíca.
Pedimos
a todos orações pela sua alma e que descanse em paz. Breve faremos um
relato de sua trajetória no Seminário para que aqueles que não conviveram com ele possam conhecer um pouco de sua vida lá no Seminário.
Abraços a todos,
Eduardo Henriques.
De: Francisco Avelino Cardoso [mailto:franc.avelino@hotmail. com]
Enviada em: segunda-feira, 3 de junho de 2013 14:16
Para: Eduardo Henriques
Assunto:
Enviada em: segunda-feira, 3 de junho de 2013 14:16
Para: Eduardo Henriques
Assunto:
Soube há poucos minutos pelo Alaerte, que por sua vez
recebeu mensagem do Raimundo de Itaperuna, do
falecimento do nosso colega Sigmair Marques, o nosso
Maíca, em Recreio. Antonio Marcio confirmou a notícia
e disse-me inclusive, que foi no sepultamento dele.
Pela nossa fé, resta-nos pedir a Deus pelo seu descanso.
Abraço do
Francisco Avelino
MAÍCA
Gente não deixem de entrar no nosso Blog mantido pelo colega Anibinha e vejam um pouco quem foi esse nosso grande colega que passou pelo Seminário Diocesano N. S. Aparecida. Muitos não o conheceram mas estudaram, dormiram e se divertiram nos mesmos lugares onde ele com o seu carisma, sagacidade e virtuose também viveu. Por isso lastimamos a sua ida.
Mas a morte é como um navio que se vai ao longe. É uma perda pra quem fica no cais, mas uma alegria para quem o está esperando no próximo porto.
Abraços a todos
ACESSEM AO NOSSO BLOG:
seminrionsaparecidaleopoldinamEduardo Henriques.
SAUDADES DE UM AMIGO
Às vezes procuramos respostas dos acontecimentos em nossas vidas, que
em segundos não entendemos o que pode nos acontecer. A perda de um
amigo que esperávamos encontrar ainda este ano, ficará para mais tarde
quem sabe talvez, para um novo Seminário que iremos curtir perto dos
anjos.
Sem tê-lo abraçado como os demais, sem ter de lhe contar lindas
histórias que com certeza as suas seriam muito belas ao nos relatar as
mais lindas experiências que já tinhas vivido, ao devolver um coração
novo a muitas pessoas que com você compartilhou a emoção de estar vivo.
Com certeza o nosso Encontro deste ano,ficará mais uma lacuna de
um amigo que sempre será lembrado como o menino que na ansiedade de
fazer um gol, acabou se machucando e de sua dedicação aos estudos e de
sua humildade.
Os meninos de outrora, hoje adultos, sentem por não tê-lo ao
nosso lado ao encontrarmos novamente nosso velhos amigos. Mas, com
certeza como todos os corações que você cuidou, os nossos estarão cheios
de amor, saudades e lembrarão
que um doutor um dia, vai cuidar de nós também.
SAUDADES!!!
Célio e Márcia.
sábado, 1 de junho de 2013
NOSSO ADEUS AO DR. SIGMAIR (MAÍCA) - EX-SEMINARISTA E GRANDE CARDIOLOGISTA
Assim como o reitor padre Antônio Chamel, em 1963, chegou nervoso no ensaio do coral do seminário que estava ensaiando com o regente Cônego Naves, dizendo que o Presidende Kennedy dos Estados Unidos tinha acabado de ser assassinado, meu filho, Anibal, hoje, 01/06/2013, fez o mesmo enquanto eu ensaiava a música, Gracias a la vida, comentando que o Maíca [Dr. Sigmair] tinha morrido. Senti a mesma coisa, parei com o ensaio e me retrocedi 50 anos no tempo. Embora eu não tenha convivido com o Maiquinha depois do tempo de seminário, de vez em quando a gente se esbarrava e ele, como de sempre, me dava aquela bronca por ter largado o desenho pela música. Segundo ele, e com muita razão, desenhistas são poucos e músicos existem muitos. Confesso que ele estava coberto de razão, o problema é que eu sempre me achei melhor na música.
Pois bem, ainda me lembro do prodígio que era o Maíca, muito inteligente, nos ensinava as dificuldades que tínhamos com o Latim e em outras matérias, também.
Em Recreio, nas férias, eu ia muito à sua casa na avenida Santa Isabel, era um casarão antigo e nele vivia a sua pequena família: sua mãe, Dona Eurides, seu irmão mais velho, José Darcy e ele, era uma família pequena e feliz. Eu me lembro ainda que quando saiu do seminário, o Maíca estudou sozinho em casa até altas horas da noite, porque não tinha dinheiro para fazer cursinho para o vestibular de medicina. Só sei que ele conseguiu passar na federal e se formou médico. No Rio de Janeiro fez o nome de grande cardiologista, salvou muitas vidas. Todavia, com a morte da mãe e depois, com a do irmão de maneira trágica em pleno banho, eu acredito que isso mexeu muito com a sua cabeça e assim, nosso grande cardiologista passou a ter problemas, os quais não quero comentar, que acabaram levando-o à morte prematura. Foi realmente uma grande perda para todos nós, mas o seu nome será sempre lembrado. Eu, por exemplo não o esquecerei jamais, o Maíca foi craque em tudo, até no futebol, ainda me lembro de um treino no seminário, no qual ele fraturou a perna, porque estava para fazer o gol quando o goleiro, sem querer, apoiou as duas pernas na dele. Até no violão, o Maiquinha arriscava uns acordes no Grêmio Literário Pio XII, era realmente fantástico, de modo que lamento muito esta grande perda. É a vida.
Anibal Werneck de Freitas.
Pois bem, ainda me lembro do prodígio que era o Maíca, muito inteligente, nos ensinava as dificuldades que tínhamos com o Latim e em outras matérias, também.
Em Recreio, nas férias, eu ia muito à sua casa na avenida Santa Isabel, era um casarão antigo e nele vivia a sua pequena família: sua mãe, Dona Eurides, seu irmão mais velho, José Darcy e ele, era uma família pequena e feliz. Eu me lembro ainda que quando saiu do seminário, o Maíca estudou sozinho em casa até altas horas da noite, porque não tinha dinheiro para fazer cursinho para o vestibular de medicina. Só sei que ele conseguiu passar na federal e se formou médico. No Rio de Janeiro fez o nome de grande cardiologista, salvou muitas vidas. Todavia, com a morte da mãe e depois, com a do irmão de maneira trágica em pleno banho, eu acredito que isso mexeu muito com a sua cabeça e assim, nosso grande cardiologista passou a ter problemas, os quais não quero comentar, que acabaram levando-o à morte prematura. Foi realmente uma grande perda para todos nós, mas o seu nome será sempre lembrado. Eu, por exemplo não o esquecerei jamais, o Maíca foi craque em tudo, até no futebol, ainda me lembro de um treino no seminário, no qual ele fraturou a perna, porque estava para fazer o gol quando o goleiro, sem querer, apoiou as duas pernas na dele. Até no violão, o Maiquinha arriscava uns acordes no Grêmio Literário Pio XII, era realmente fantástico, de modo que lamento muito esta grande perda. É a vida.
Anibal Werneck de Freitas.
sábado, 20 de abril de 2013
AOS FAMILIARES E AMIGOS... [Márcia e Célio]
Antigamente, era costume entre as
pessoas católicas enviar uma imagem dentro de uma pequena caixa, que ia
seguindo de casa em casa.
Todas essas pessoas tinham muito orgulho em receber a imagem em suas casas. Era mesmo uma honra.
Em lembrança deste antigo costume, está sendo enviada hoje para você esta imagem de Maria, a fim de que ela passe para ajudá-la, caso você aceite.

Se
você crê, ou não, deixe seguir a mensagem, pelo menos pela nossa
amizade, a fim de que Maria viaje de casa em casa, de lar em lar, de
escritório em escritório... Ela ficará bem se chegar no local em que alguém estiver precisando dela e ela
possa ajudar a aliviar os problemas...
Nossa Santa Mãe percorre o mundo inteiro levando embora nossas preocupações.
Eu a envio a você, mas não a retenha.
Ajude-a a continuar seu caminho, levando o socorro a outras pessoas, pois há muitos que estão precisando dela agora.

Boa Viagem, Nossa Senhora!
Todas essas pessoas tinham muito orgulho em receber a imagem em suas casas. Era mesmo uma honra.
Em lembrança deste antigo costume, está sendo enviada hoje para você esta imagem de Maria, a fim de que ela passe para ajudá-la, caso você aceite.
Nossa Santa Mãe percorre o mundo inteiro levando embora nossas preocupações.
Eu a envio a você, mas não a retenha.
Ajude-a a continuar seu caminho, levando o socorro a outras pessoas, pois há muitos que estão precisando dela agora.
Boa Viagem, Nossa Senhora!
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