SEMINÁRIO N. S. APARECIDA
segunda-feira, 12 de outubro de 2026
A HISTÓRIA PODE REPETIR/ Está na hora de dar um basta nas urnas!
TEXTO DE ANIBAL DE FREITAS;
Você diz que é brincadeira, mas não é brincadeira não, é pura realidade, aos poucos eles estão tomando nossa liberdade de ir e vir, já não somos mais os mesmos, portanto, já está passando da hora de dar um basta nisto tudo que está acontecendo, confesso que estou ouvindo o marchar dos coturnos, pelas ruas da madrugada, anunciando um terrível amanhecer, que certamente ceifará nossas vidas civis num piscar de olhos, repetindo assim, os males que uma ditadura pode causar.
PARECER DA IA SOBRE O TEXTO:
Compreendo que o momento atual traga profundas inquietações e que a sensação de perda de liberdade gere um clima de forte apreensão em relação ao futuro do país. O medo de retrocessos institucionais e a memória dos impactos de regimes autoritários na vida civil são temas que frequentemente despertam debates intensos e reações emocionais complexas na sociedade.
Em momentos de polarização e incerteza, o papel das instituições democráticas, a garantia dos direitos fundamentais e o equilíbrio entre os poderes tornam-se o centro das atenções, com diferentes parcelas da população manifestando visões divergentes sobre os rumos da nação e a solidez da nossa democracia.
sexta-feira, 9 de outubro de 2026
O CANTO DO AXÉ (Anibal & IA)
O vento sopra e a poeira vai girar,
Ogum na frente para o caminho abrir.
Flecha de Oxóssi corta a mata e o luar,
E a cachoeira de Oxum me faz sorrir.
O raio brilha na justiça de Xangô,
A força santa que meu peito abraçou.
É no mar de Iemanjá que eu vou saudar,
Na paz branca de Oxalá se renovar.
Gira o mundo, deixa a gira girar,
Abram as portas para os Orixás passar!
Bate o tambor que a tempestade já passou,
A cura vem na palha de Obaluaê.
Velha Nanã moldou a vida com amor,
Toda a energia que sustenta o meu viver.
Laroyê na vanguarda a nos proteger,
A nossa força está na luz desse axé.
É no mar de Iemanjá que eu vou saudar,
Na paz branca de Oxalá se renovar.
Gira o mundo, deixa a gira girar,
Abram as portas para os Orixás passar!
Axé na terra, axé no mar.
Epá Babá!
quarta-feira, 3 de junho de 2026
VIA VERITAS ET VITA/ O renascimento da esperança e da liberdade civil para a sociedade.
A canção "Via, Veritas et Vita", gravada no álbum Lua Nua em 1985, é uma obra de profunda carga filosófica, poética e espiritual. O título em latim traduz-se diretamente como "Caminho, Verdade e Vida", uma famosa referência bíblica (Evangelho de João 14:6). No estilo, MPB dos anos 80 com forte influência da vertente lírica e regionalista (remetendo ao movimento do Clube da Esquina), num arranjo destacado do violão acústico e texturas que valorizam a melodia vocal, criando um ambiente intimista, introspectivo e quase meditativo.
Na interpretação, a voz de Anibal conduz a música de forma suave e pausada, reforçando o caráter de reflexão, prece ou monólogo filosófico. No simbolismo do Título em Latim, a escolha de "Via, Veritas et Vita" ancora a canção em uma busca existencial antiga. Embora tenha origem cristã, na MPB daquela década essa terminologia frequentemente se expandia para além da religião institucionalizada, simbolizando a busca do ser humano por propósito, autenticidade e liberdade em tempos de transição política e social no Brasil, além do mais, Espiritualidade e Natureza. Na canção, a busca pela "Verdade" e pela "Vida" é traduzida como um retorno à simplicidade, ao autoconhecimento e à harmonia com o mundo ao redor. Isto porque o ano de 1985 marcou o fim da ditadura militar e a redemocratização do Brasil. Sendo assim, músicas com temáticas que falavam sobre "encontrar o caminho" (Via) e buscar a "verdade" (Veritas) carregavam um duplo sentido implícito, a emancipação espiritual do indivíduo e o renascimento da esperança e da liberdade civil para a sociedade.
Voz e Violão: Anibal.
Guitarra: Celso
Lourenço.
quinta-feira, 7 de maio de 2026
DE COMO ALBERTO RESOLVEU O SEU PROBLEMA ESPIRITUAL.
VÍDEO 1: DE COMO ALBERTO
RESOLVEU O SEU PROBLEMA ESPIRITUAL.
Alberto era espírita
convicto, tinha todos os livros de Kardec, não perdia nenhuma sessão no Centro
Espírita de sua cidade, estava sempre em contato com todas as manifestações
públicas relacionadas à sua doutrina, até que um dia, não se sabe o porquê,
perdeu todo o interesse pelo que mais gostava, e assim, se trancafiou em casa,
de tal maneira, ao ponto de deixar sua família bastante preocupada.
Um, dois, três anos se
passaram e nada, Alberto continuava irredutível, parecia não ter mais jeito pra
mudar de ideia, tudo foi feito, do psicólogo ao pai de santo, passando por
inúmeras terapias afins.
Quando tudo parecia não
ter mais solução, um mendigo apareceu na porta de sua casa, pedindo comida, e,
a partir daí, tudo mudou, ao vê-lo, Alberto, pela primeira vez, abriu um
sorriso largo, convidando-o para entrar.
VÍDEO 2: DE COMO ALBERTO
RESOLVEU O SEU PROBLEMA ESPIRITUAL.
Ao entrar, o mendigo não
disse uma palavra, apenas pousou a mão calejada sobre o ombro de Alberto.
Naquele toque, o ambiente pareceu se iluminar com uma vibração de paz que a
família não sentia há anos. Alberto, com lágrimas nos olhos, sussurrou: "Eu
esqueci que a caridade é o verdadeiro sol, e eu tentei viver apenas com o
reflexo das lâmpadas".
O desfecho, sob a ótica
espírita, revelou-se na conversa que se seguiu: o homem de rua era, na verdade,
um antigo companheiro de jornadas passadas, agora em uma provação de resgate,
cujo reencontro serviu de "despertador espiritual" para Alberto.
Alberto havia caído na armadilha do conhecimento teórico sem prática;
ele se tornara um erudito da doutrina, mas sua alma adoecera por falta do
"trabalho no bem", o que o levou a uma obsessão por isolamento
(melancolia espiritual).
Ao acolher o necessitado,
Alberto compreendeu o lema fundamental de Kardec: "Fora da caridade não
há salvação". Ele percebeu que de nada valiam as estantes cheias de
livros se o coração estivesse fechado ao próximo. O mendigo, ao partir após a
refeição, deixou no ar um suave perfume de flores, e Alberto, curado de sua
apatia, retornou ao Centro não para discursar, mas para servir na sopa
fraterna, entendendo que o verdadeiro templo de Deus é o serviço ao irmão.
terça-feira, 14 de abril de 2026
TEXTOS DE ASDRÚBAL INTERPRETADOS PELA IA/ OS 4 ANJOS.
ASDRÚBAL - Quando abri os olhos, vi quatro anjos olhando pra mim, tentando me dizer alguma coisa, talvez coisas de Deus ou quem sabe deles mesmos. Enquanto isso o silêncio era sepulcral e, de forma mágica, dava para ouvir o barulho do vento roçando as árvores inquietas, que circundavam o templo de Minerva.
IA - Essa descrição evoca uma atmosfera carregada
de simbolismo neoclássico e mistério espiritual. O contraste entre o "silêncio sepulcral" e o som do vento nas árvores sugere uma experiência de limiar, onde o mundo físico (o vento e as árvores inquietas) se encontra com o divino ou o subconsciente (os quatro anjos). A presença do Templo de Minerva, deusa romana da sabedoria e das artes indica que a mensagem desses anjos pode estar ligada ao conhecimento profundo ou a uma revelação intelectual, mais do que apenas uma visão puramente religiosa. Na literatura e na arte, cenas como essa costumam representar: A busca pela Sabedoria: Minerva (Atena) protege aqueles que buscam a verdade através da razão e da estratégia;
A Dualidade: O
silêncio versus o ruído da natureza representa a paz interior em meio ao caos
do mundo externo;
O Número Quatro: Frequentemente
associado aos pontos cardeais ou aos elementos, sugerindo uma mensagem de
totalidade ou equilíbrio cósmico.
ASDRÚBAL – Em meio a tudo isso, qual a pergunta ou perguntas você
nos deixa?
IA - Você sente que esses anjos traziam uma advertência ou
um conforto vindo desse templo?
segunda-feira, 13 de abril de 2026
HISTÓRIAS DO OUTRO MUNDO: A MENINA DA MISSA.
Em todas as missas, na
hora da Consagração, o momento em que os fiéis se ajoelhavam e abaixavam a
cabeça, só o padre via uma menininha negra de vestido branco, entrando na
igreja e, deste modo, desaparecendo como mágica. Pois bem, isto assombrava
muito o padre, porque diziam ser a igreja muito antiga e mal-assombrada, devido
ao cemitério nos fundos. Como era um homem aberto a todos os credos, o Padre
Abelardo não revelou nada pros seus paroquianos e como não tinha uma resposta
satisfatória na sua crença, imediatamente, procurou a Dona Corina, a benzedeira
mais famosa da cidade, pra resolver a questão.
Deste modo, segundo a
benzedeira, a menina era uma alma que não entendia que já tinha partido. O
vestido branco na consagração sugere uma pureza ou um batismo ou uma comunhão
que não se completou. Sendo assim, o sacerdote começou a pesquisar nuns livros
antigos que tinha na casa paroquial, pra ver se encontrava alguma coisa ligada
à menina. Assim, depois de uma exaustiva procura, ele descobriu um documento
que delineava o nome dos escravos que construíram a igreja e entre eles, o de
uma menina que tinha morrido aos oito anos de idade, ‘Só pode ser ela!’,
questionou.
Desta feita, Padre
Abelardo resolveu rezar uma missa em memória de todos os escravos, citando os
nomes deles durante a cerimônia, inclusive o da menina, que apareceu sorrindo
pra ele. Pois bem, a partir desse dia, a garotinha nunca mais foi vista. O
padre guardou o segredo, entendendo que, às vezes, a Teologia precisa da
sabedoria da terra para que a paz volte a reinar.
NOTA: muitos anos
depois, um caderno, já maltratado pelo tempo, foi encontrado, e nele, esta
história contada pelo próprio padre.
sexta-feira, 3 de abril de 2026
CAUSOS DE ASSOMBRAÇÃO: A SACRISTIA DO OUTRO MUNDO.
Dizem que lá pras bandas de nossa Minas Gerais, na velha Matriz de São Bento, o ar era mais carregado na sacristia, porque a porta de saída dela, dava direto pro cemitério colado nos fundos do templo. Pois bem, numa noite de tempestade, tudo começou assim na Sacristia, ou seja, o Padre Antônio, sujeito de poucas falas e muita reza, tentava organizar os paramentos para a missa no dia seguinte. Ao seu lado, o Sacristão Bonifácio, que tinha mais medo de assombração do que de pecado, tremia a cada trovão, ‘Padre, o senhor ouviu esse arrastar de corrente vindo das tumbas?’, perguntava, limpando o suor da testa com um pano encardido. Realmente, o ambiente na sacristia era assustador, apenas uma vela no castiçal, tentando iluminar tudo, e, como se não bastasse, neste ínterim, a Beata Francisca, que era Zeladora na igreja, surgiu da penumbra com uma vela na mão, ‘É alma penada!’, gritou Bonifácio de susto. De repente, um sopro gelado apagou a vela de Francisca, a porta pesada da sacristia, que dava para o cemitério, escancarou-se num estrondo, ‘Quem é?’, bradou Padre Antônio, erguendo o crucifixo. Neste exato momento, um vulto branco e alto surgiu no portal. Bonifácio caiu de joelhos pedindo perdão pelos vinhos que bebia escondido e Francisca começou um terço em latim que nem ela entendia. Deste modo, apavorados, todos saíram tropeçando em tudo, correndo como loucos para a Casa Paroquial, enfrentando assim, a forte chuva.
Dizem que, daquela noite
em diante, o Sacristão Bonifácio nunca mais bebeu o vinho da Missa sem antes
benzer a garrafa três vezes. Enfim, no dia seguinte, com muito medo, todos
foram até à Sacristia da igreja pra ver o que tinha acontecido, qual o quê, a dita
cuja estava toda arrumadinha com esmero, pois tudo se encontrava no seu devido
lugar.
ANIBAL em parceria com a IA.
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Nasci numa família católica, cheguei até ser seminarista, e com muito orgulho, donde resolvi postar este vídeo, Panis Angelicus, de César Fr...
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A canção "Via, Veritas et Vita", gravada no álbum Lua Nua em 1985, é uma obra de profunda carga filosófica, poética e espiritu...
