domingo, 27 de maio de 2012

TRINCO E PORTA DE TARAMELA [Anibal Werneck de Freitas]


TRINCO E PORTA DE TARAMELA surgiu através da influência musical do Cônego Naves no tempo em que convivi com ele no Seminário D. N. S. Aparecida, gostava muito de vê-lo tocar órgão e cantar suas composições musicais na Catedral Diocesana de Leopoldina, era um momento de leveza espiritual, embora eu não me lembre das melodias sacras que ele interpretava  em suas composições, esta música TRINCO E PORTA DE TARAMELA que compus foi de certa forma influenciada por ele Cônego Naves, deste modo, aí está o vídeo pra você que foi seminarista, rememorar.


TRINCO E PORTA DE TARAMELA (Anibal Werneck de Freitas) Templo sagrado: / Casa, refúgio de Deus. / Cristo no esquife, / Susto da morte dos meus. / Virgem Maria dos buscadores, / Quanta certeza nos meus clamores. / Pelas crianças, afegãs sem janela, / Trinco e porta de taramela. / Olhe por nós, / Virgem Santa Mãe de Deus. / Olhe por nós, / Virgem Santa Mãe de Deus. / Oh, devoção... / Oh, coração... / Oh, que canção, emoção... / Perdão, perdão, perdão!

Voz e Teclado: Anibal Werneck de Freitas.
Gravação: Juiz de Fora, 2002.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

CHURRASCO DO DIA 16 DE JUNHO DE 2012 COM OS EX - SEMINARISTAS DE LEOPOLDINA - MG

PESSOAL, POR FAVOR, RESPONDAM AOS E-MAILS, ESTAMOS PREPARANDO UM PRÉ - ENCONTRO AQUI EM JUIZ DE FORA NA AA/BB-JF, JÁ ESTÁ TUDO CERTO SEGUNDO O EDUARDO HENRIQUES, MANIFESTEM-SE, VAI SER MUITO INTERESSANTE E SERVIRÁ COMO UMA PREPARAÇÃO PARA O ENCONTRO PRINCIPAL QUE SERÁ FEITO NO EX - SEMINÁRIO DIOCESANO NOSSA SENHORA APARECIDA, EM LEOPOLDINA MG. CONTAMOS COM TODOS VOCÊS!





Gente, fora o José Célio Calçado (dessa relação de e-mail) ainda não recebi nenhuma confirmação para o Churrasco do dia 16 de junho aqui em Juiz de Fora na AABB. Talvez pudéssemos mudar a data desse churrasco para  julho, quem sabe facilitaria para os que moram mais longe? Mas por favor gostaria da manisfestação de todos e a proliferação dessa notícia. Estamos na Organização mas precisamos da ajuda de todos.
Acho que esse pré-encontro (churrasco) seria interessante para darmos seguimento a organização de nosso encontro.
Sem ajuda de vocês, seja respondendo nossos e-mails, ou pelo menos acusando recebimento, dando sugestões, etc.. fica mais difícil.
VAMOS CONVERSAR SOBRE ESSE ENCONTRO QUE PROMETE SER LINDO E EMOCIONANTE PARA TODOS.
NÓS TEMOS O NOSSO BLOG, MAS QUANDO RECEBEREM ALGUMA NOTÍCIA DAQUI POR FAVOR PASSEM PARA OS SEUS CONTATOS.
Estamos por aqui às ordens e aguardando notícias de cada um.
Abraços
                                      Eduardo Henriques
                   Diretor de Eventos Artísticos e Culturais
                    (32) 3236.3698 - 8819.5786 - 9803.8895

ISABELLA HENRIQUES [filha do Eduardo Henriques] & VERSÃO PLUS [59 anos da AA/BB-JF]


Isabella Henriques, 11 anos, [filha do nosso colega ex – seminarista, Eduardo Henriques] e Banda Versão Plus festejaram os 59 anos da AA/BB-JF [Associação Atlética do Banco do Brasil de Juiz de Fora], filha de peixe, peixinho é, ela [Isabella} tem sempre abrilhantado os Saraus que o pai, Eduardo Henriques, produtor dos eventos artísticos da AA/BB-JF tem promovido com muita competência. Na apresentação Isabella interpreta I’ll Be There [Michael Jackson], de forma esplendorosa, ela interpretou a canção mostrando ter muito talento bem como o conjunto que a acompanhou, e os aplausos coroaram a apresentação. Parabéns Eduardo, sua filha, apesar da pouco idade, se mostra uma artista madura.
Abaixo o vídeo da apresentação de Isabella Henriques:


terça-feira, 22 de maio de 2012

ENTREVISTA FEITA PELO ARMANDO MERCADANTE [EX – SEMINARISTA DOMINICANO] AO EX - SEMINARISTA DE LEOPOLDINA(MG), ANIBAL WERNECK DE FREITAS, SOBRE O PERSONAGEM, TUCANLINO


Armando Mercadante - Como e quando surgiu a ideia da criação do personagem Tucanlino? Você se inspirou em algum outro personagem?

Anibal Werneck -  O Tucanlino foi inspirado no personagem Zé Carioca do Walt Disney, no início ele tinha um chapéu parecido com o do malandro do Rio de Janeiro.

Armando Mercadante - O Feola [Zé Luiz], salvo engano, disse  "o Anibal do Tucanlino". Significa que ele marcou. Como ele era divulgado no Seminário (mimeógrafo, mural, cópias)? Era folhetim, revistinha, enfim, qual o nome?

Anibal Werneck -  Pelo visto o personagem sobrepujou o autor, de tão forte que ele era e continua sendo até hoje, o Tucanlino era divulgado através do original que passava de mão em mão, alguns professores acabavam ficando com o exemplar pois não o devolviam.  Já faz um certo tempo, eu estava numa fila do Banco do Brasil em Leopoldina, uma mulher se aproximou de mim e disse, Eu estou lhe conhecendo, você estudou no Seminário, você era aquele que fazia umas revistas em quadrinhos, eu tenho uma lá em casa, eu a guardei com muito carinho, fui professora por uns dias no seminário, gostei tanto da revista do Tucanlino que acabei ficando com ela, você é o Anibal se não me engano. Eu confirmei e agradeci e fiquei surpreso, não sabia que o Tucanlino era tão forte assim, ao ponto de marcar as pessoas.

Armando Mercadante - O Tucanlino era censurado antes de ser divulgado ou circulava sem o conhecimento do Reitor?

Anibal Werneck -  Engraçado, o Tucanlino nunca foi censurado, tinha um mural onde eu colocava também umas charges que eu tirava dos jornais, cujas charges criticavam o então Presidente da República João Goulart e junto colocava os quadrinhos do Tucanlino com suas histórias bastantes ingênuas, talvez por isso não sofria nenhuma censura, o Tucanlino era um detetive, tipo Sherlock Homes, porque no refeitório durante o jantar o livro, O Cão dos Baskervilles de Sir Arthur Conan Doyle era lido e muito me impressionou.

Armando Mercadante - A turma dava sugestões?

Anibal Werneck -  Que eu saiba não, as histórias saiam do papel em branco, uma vez,  o Monsenhor Chamel me contou que ficou um tempão atrás de mim vendo eu desenhar o Tucanalino  durante um dos estudos que nós fazíamos todos os dias, em silêncio ele ficou e em silêncio ele saiu e eu nem notei de tão imbuído que eu estava no desenho.

Armando Mercadante - Você levou alguma bronca por causa do personagem?

Anibal Werneck -  Nunca, eu acho que o Padre Antônio na época gostava muito do Tucanlino, na verdade eu só pensava em desenhar o personagem, eu me lembro certa vez em que eu estava jogando bola contra um time visitante e durante toda a partida eu estava só pensando no Tucanlino.

Armando Mercadante -
Você passou 4 anos no seminário. Foram 4 anos de Tucanlino?

Anibal Werneck -  Não, foram 5 anos. Porque eu tomei pau na sétima série em matemática com o Padre Antônio, o Tucanlino, infelizmente, me atrapalhou muito, eu não estudava direito, tanto assim que mesmo repetindo a série fiquei em segunda época na mesma matéria, fui para as férias e em Recreio, estudei com o Engenheiro Blanor, filho do Seu Amaury sapateiro, e ele conseguiu me enfiar na cabeça a intrincada matemática das equações e assim, tirei um 10 limpinho com o Padre Antonio que até hoje ainda se lembra, eu não sabia nada e na prova com ele perto eu tirei um dez limpinho, devo isso ao Blanor, excelente professor.  

Armando Mercadante - Sua avaliação do personagem.

Anibal Werneck -  O Tucanlino em 1970 me levou a um esgotamento nervoso tamanho que acabei tendo um colapso nervoso, depois disso parei de desenhá-lo, não o considero um personagem original, todavia, me impressiono com a sua força, tanto assim que até hoje eu o desenho nos meus blogs, o Julinho (in memoriam) sempre me chamava de Tucanlino, tamanha a força do personagem, isso realmente eu não posso negar.

*Abaixo uma das histórias em quadrinhos do Tucanlino desenhada no tempo do seminário:

TUCANLINO em CONFUSÕES NA ILHA VERDE

Estes foram os primeiros quadrinhos que desenhei, no estilo Walt Disney, foi em 1963, na cidade de Leopoldina(MG), onde nasceu o personagem, o desenho foi feito a nanquim e colorido a lápis de cor, imagine o trabalho que dava, mas eu gostava muito de fazer os quadrinhos, não pensava em outra coisa.

CHURRASCO DO DIA 16 DE JUNHO

Aí está o e-mail do Eduardo Henriques convidando os ex - seminaristas e família para um churrasco na AA/BB-JF:

Eventos AABB Juiz de Fora
22:00 (16 minutos atrás)

para mim, Armando, cruz.pereira, familiaroxo, jccalcado, camilo.segundo, jose, lamartinejosem., venancio
Gente, numa reunião aqui em casa que encotramos eu, Fernando Pereira, José Venancio e Anibal, ficamos de fazer um churrasco aqui na AABB(Associação Atletica Banco do Brasil) da qual sou Diretor Social. Seria talvez um pré-encontro onde já estaríamos discutindo o nosso Grande encontro lá no Seminário e tomando todas. Podem trazer a família .
Quem se interessar em participar(por favor divulguem) me ligue ou mande e-mail prá mim, pro  Fernando ou Anibinha(todos com e-mail´s acima). Meus telefones estão abaixo.
O lugar onde será o churrasco é bem gostoso e aconchegante. Só será dividido o que gastarmos no churrasco(carne, arroz, farofa e vinagrete) e o churrasqueiro e a bebida por conta de cada um. Mais nada. Abaixo fotos do local, onde terei o imenso prazer de receber cada um de vcs.
Abraços
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                                      Eduardo Henriques
                   Diretor de Eventos Artísticos e Culturais
                    (32) 3236.3698 - 8819.5786 - 9803.8895

Eventos AABB Juiz de Fora
22:02 (13 minutos atrás)

para mim, Armando, cruz.pereira, familiaroxo, jccalcado, camilo.segundo, jose, lamartinejosem., venancio
É brincadeira.... esqueci de dizer o dia. VAI SER DIA 16 DE JUNHO(SÁBADO) A PARTIR DE 10 DA MANHÃ. VAMO LÁ GENTE!!!!
Abraços

De: Eventos AABB Juiz de Fora [mailto:eventos@aabbjf.com.br]
Enviada em: terça-feira, 22 de maio de 2012 22:00
Para: 'Anibal Werneck de Freitas'; 'Armando Sérgio Mercadante'; 'cruz.pereira@ig.com.br'; 'familiaroxo@terra.com.br'; 'jccalcado@gmail.com'; 'camilo.segundo@consorciobelomonte.com.br'; 'jose augusto'; 'lamartinejosemiranda@yahoo.com.br'; 'venancio moreira'
Assunto: CHURRASCO DO DIA 16 DE JUNHO

segunda-feira, 21 de maio de 2012

NIVALDO PANDELÓ, ESPOSA E NETO



Nivaldo Pandeló
[ex - seminarista
de Leopoldina / MG],
Maria das Graças 
Castro Pandeló [esposa],
da familia Hisse 
de Castro, de Recreio / MG
e Gabriel Abranches 
de Castro Pandeló [neto].




Anibinha,

Estou enviando a todos o e-mail do nosso amigo e ex-seminarista Nivaldo Pandeló , com foto da esposa e neto. Anibinha por favor coloque no Blog. Aproveitando para agradecer ao Aníbal os elogios à minha pessoa. É, tudo começou lá no Seminário, inclusive ele que hoje é respeitado como cantor, compositor e desenhista.
Haja visto o seu imortal Tucanlino.
O que importa é que o tempo que passamos no Seminário fez com que, mesmo não nos ordenando, pudemos ver o mundo, a vida, as pessoas e as coisas de uma maneira forte, contundente. De uma forma abrangente. Nós nunca seríamos os mesmos que somos hoje se não tivéssemos passado por lá. Hoje lembramos com saudades, porém tínhamos nossos problemas. Eu por exemplo fiquei marcado por muitos e muitos anos depois. Quando dava seis horas, a hora do  “Angelus”, lembram? O Hélio Rezende (sineiro) batia aquele sino plangente em pancadas espaçadas e contínuas que me doíam a alma e eu mergulhava numa profunda melancolia. Senti isso ainda por muitos anos até na fase adulta. Ficava triste e depressivo sempre quando caía a tarde.
Na verdade acho que todos nós tivemos bons e “não tão bons” momentos.
Mas as coisas boas ficaram e em maior número. Em outras palavras, citando o meu amigo Roberto Carlos: Se chorei ou se sorri ,o importante é que emoções eu vivi.”
Abraços

Eduardo Henriques

Eduardo,

Obrigado pelos elogios, vejo que você gostou da surpresa que lhe fiz no blog, você merece.
Eu também tive por muito tempo a mesma melancolia quando ouvia o Besame Mucho e a Aquarela do Brasil com a orquestra e o coral do Ray Conniff, dava um desespero terrível, é isso aí, cada um de nós saiu marcado em alguma coisa, mas valeu a experiência que tivemos no Seminário D. N. S. Aparecida, é isso aí, companheiro.
Um abraço,

Anibal.


Obrigado Eduardo

Consegui acessar o Blog e pude ver o Anibal de quem me lembro bem, além da foto com você, o Zé Venâncio e o Fernando. Legal, conseguiram manter contato.
Parabéns Anibal pelo blog e pela redação do nosso dia a dia no seminário, mas faltou falar do vôlei onde se destacava o nosso amigo Zé Edgar e do"Espiribol ", acho que é isso, que era muito divertido. Mas valeu !!!
Segue uma foto com minha esposa e meu neto pra vocês lembrarem da minha cara..rs...
Abracos,

Nivaldo.

Nivaldo,

Grato pelos elogios ao blog e por ter lembrado de mim e do que faltou no dia a dia do seminário. Gostei muito da foto, sua esposa, seu neto e você, pena que faltaram os nomes, mas fica para outra ocasião, o importante é que você está aí firme com a gente.
Um abração,

Anibal.

NIVALDO JOÃO DE CASTRO PANDELÓ


Olá galera,

Como vão todos ?
Espero que muito bem e com saúde .
Na verdade moro em São José dos Campos - SP,  mas ainda mantenho contato com minhas raízes em  Providência / Leopoldina / Além Paraíba onde vez em quando me encontrava com o Fernando, que parece não envelhecer, continua sempre com a mesma cara, kkkkkkkk.
Aguardo contato de todos.

Forte abraço,

do sempre amigo Nivaldo Pandeló

*Notícias do ex - seminarista  Nivaldo Pandeló extraídas do e-mail enviado por ele ao Eduardo Henriques.

EDUARDO HENRIQUES canta CARINHOSO



Alô ex-seminaristas!
Aí está o nosso companheiro Eduardo Henriques com orquestra e coral cantando Carinhoso [Pixinguinha / João de Barro] no Projeto Cultural Cidade em Serenata, 12/05/2012, Cidade de Chácara – MG.
É isso aí, Edu, nossos parabéns, e olha que tudo isso começou no nosso saudoso Grêmio Pio XII, no Seminário D. N. S. Aparecida, em Leopoldina / MG.

Anibal Werneck de Freitas.

sábado, 19 de maio de 2012

O TANTUM ERGO QUE NÓS CANTÁVAMOS NO SEMINÁRIO N. S. APARECIDA

Procurei no You Tube o Tantum Ergo que nós cantávamos no Seminário, na Bênção do Santíssimo, resultado: não o achei, a única gravação que eu tenho deste Tantum Ergo está no LP Sentinela do Milton Nascimento, fazendo fundo na música título do disco, deste modo, falei com o amigo Armando Sérgio [ex-seminarista dominicano] e assim, ele me enviou a gravação do nosso Tantum Ergo com duas vozes acompanhado por um órgão de igreja, obrigado Armando, valeu!
Segue a gravação e a letra:
https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=fd7b41f1cd&view=audio&msgs=137615bf741d6360&attid=0.1&zw
TANTUM ERGO
Tantum ergo Sacramentum / Veneremur cernui: / Et antiquum documentum / Novo cedat ritui. / Praestet fides supplementum / Sensuum defectui. / Genitori Genitoque / Laus et jubilatio, / Salus, honor, virtus quoque / Sit et benadictio: / Procedenti ab utroque / Compar sit laudatio. / Amen.

Anibal Werneck de Freitas.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

JOSÉ VENÂNCIO E NÓS


Aí está uma nova foto de quatro ex-seminaristas, da esquerda para a direita: Eduardo Henriques, José Venâncio, Fernando da Cruz e Anibal Werneck, tirada na casa do Eduardo, dia 16 de maio de 2012, foi um encontro rápido, onde a pauta principal foi o tempo de seminário, muita coisa foi falada, lembramos do Seu Cesário e do Seu Gabriel, que até agora ninguém tinha cogitado o nome dele.
É isso aí, aos poucos estamos engrossando a fila dos ex-seminaristas de Leopoldina, Minas.


Anibal Werneck.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

OS DUENDES DA MONTANHA, OPERETA DA AUTORIA DE CÔNEGO GERARDO NAVES / FOTO E PÁGINAS DO LIBRETO DA PEÇA


Cena
da 
peça,
Os
Duendes 
da
Montanha,
em 
que 
Carlos
se 
encontra 
na 
planície.




Finalmente encontrei o prospecto da opereta, OS DUENDES DA MONTANHA, de Cônego Gerardo Naves que, com o maior prazer, passo a transcrevê-lo na íntegra para os meus colegas ex-seminaristas matarem a saudade, sendo assim, aí vai,

O Seminário Diocesano voltando ao Festival de Vozes da Juventude, apresenta, OS DUENDES DA MONTANHA, opereta simbolista em 3 atos (5 quadros).

Com esta apresentação, será inaugurado o palco do Clube Leopodina, sob a Direção Geral de Cônego Gerardo Naves.
Leopoldina, 24 e 25 de junho de 1965.

OS DUENDES DA MONTANHA

Autor, Cônego Gerardo Naves.

Época, Século XI.

Argumento, História do Homem, face ao Divino.

Personagens, imaginários, colhidos na realidade comum a todos os homens.

Sentido, a Montanha (plano superior) é a perfeição a que todo homem deve aspirar. A Planície, o lugar onde se desenvolve as paixões humanas, onde a matéria predomina sobre o espírito.

Carlos é o homem, no sentido extenso da palavra. Recebe os influxos benéficos da graça divina [Lúcio], porém sofre as consequências do pecado original, em forma de tentação [Treva].

Há o anseio de liberdade. Há também a insatisfação que só encontraria solução em Deus e que o homem, inconsciente, pensa resolver entre os homens ou nas coisas do mundo.

Apesar dos conselhos do Pai, [Mestre], o homem cede às insinuações que o levam ao afastamento da perfeição. Vem, no entanto, o amor, que procura nas malhas da indiferença ou até do crime. O Redentor [Morus], não se cansa de procurar pelo homem desgarrado, para que reconstitua em si a verdadeira liberdade, perdida na culpa original e nas culpas pessoais.

Há homens da planície que aspiram à montanha. Há homens no alto que anseiam pela planície.

O homem do alto, que desce, sente mais fortes as lutas antes que se encoraje para voltar. Encontra o auxílio da graça, mas tem que vencer a força das paixões que o arrastam ainda.

Os  Duendes da Montanha

Opereta simbolista em 3 atos (cinco quadros).

Libreto e música de Cônego Gerardo Naves.

Apresentação dos seminaristas diocesanos de Leopoldina(MG).

Estreiam na cena lírica, com este festival,

Tenor, Anibal Werneck de Freitas, interpretando o papel de Carlos;

Meio Soprano, Eduardo Henriques de Oliveira, vivendo a parte do Lúcio [Duende do Bem];

Contralto, Nivaldo João de Castro Pandeló, que fará a parte de Treva [Duende do Mal];

Barítono, Edigar Bicalho, representando o Mestre;

2º Tenor, Fernando da Cruz Pereira, com a figura de Morus;

Barítono, Luís Olímpio de Souza, figurando Marcos;

Participação do Coro do Seminário, pelos elementos que compõem o elenco da peça.

ELENCO DA PEÇA (Por ordem de entrada em cena),

Carlos.......................................... Anibal Werneck de Freitas
Lúcio............................................Eduardo Henriques de Oliveira
Treva........................................... Nivaldo João de Castro Pandeló
Mestre.........................................Edigar Bicalho
Morus..........................................Fernando da Cruz Pereira
1º Montanhês.............................João Evangelista Giusti
2º Montanhês.............................Geraldo santos Machado
3º Montanhês.............................Jorge Alves Cordeiro
Marcos........................................Luís Olímpio de Souza
Raul.............................................Luís Gonzaga do Vale
Luís.............................................José Venâncio da Rocha Moreira
José............................................Dilano Sutano Fernandes
Pedro.........................................Hélio Ribeiro Rezende
Jorge..........................................José Ramos Sales.

MONTAGEM DA PEÇA,

Cenografia..................................Carlos Alberto Nogueira Cruz
Efeitos de Luz.............................Pe. José de Andrade Machado
Técnica de Montagem...............José Luís Pereira passos
Maquilagem...............................Inocêncio Magela de Oliveira
Supervisão.................................Pe. Antônio José Chamel
Orientação.................................Pe. Venício Santos e Silva
Direção Geral.............................Cônego Gerardo Naves.

Ainda no Libreto, além dos patrocinadores, ORGANIZAÇÃO MINEIRA, AUTOMÓVEIS E REPRESENTAÇÕES LTDA. OMAR , COMISSÁRIO BARBOSA, GRÁFICA LEOPOLDINA LIMITADA e FERRAGENS MAIA LTDA,  a HISTÓRIA do Teatro [desde a Grécia Antiga], a O. V. S. (Obra das Vocações Sacerdotais) cujo objetivo não é só formar padres mas, também, homens íntegros e, por fim, o M. F. C. (Movimento familiar Cristão) cuja especialidade é colaborar com a família e a sociedade para um mundo melhor.
Como veracidade de tudo que foi escrito até aqui, seguem as postagens das páginas do Libreto lançado na época.

Capa
do 
Libreto
da
Opereta,
Os 
Duendes 
da 
Montanha,
de 
Cônego 
Gerardo
Naves.




Sinopse
da
Opereta,
Os
Duendes 
da 
Montanha,
representada
pelos 
seminaristas
em
1965.




Elenco,
por 
ordem 
de
entrada
em
cena
e
o
Pessoal
da
Montagem.



A
História
do
Teatro
desde 
a
Antiga
Grécia
até
a
criação
da
Opereta.




O. V. S.
(Obra
das
Vocações
Sacerdotais)
e
M. F. C.
(Movimento
Familiar
Cristão).

SEU CESÁRIO [o mestre da viola no seminário]

 O 
Sr.
Cesário
por 
volta
dos 
seus
quarenta
anos,
uma 
saudade
que 
marcou 
todos
os 
seminaristas.


Gente, mais um seminarista contatado. Trata-se do Raimundo filho do Sr. Cesário (que era o retireiro que tirava das vacas aquele nosso leite gostoso que ia para o nosso café da manhã no Seminário). Quem enviou para mim o telefone do Raimundo bem como uma pintura de um retrato do Sr. Cesário (anexo) foi o Paulinho meu amigo e irmão do Raimundo. Abaixo o e-mail do Paulinho:

Olá Eduardo,

Desculpe pelo atraso em te atender. Não foi por esquecimento não, foi falta de tempo mesmo.
Falei com o Raimundo sobre o evento que vcs estão querendo promover e ele ficou entusiasmado.
Os telefones dele são: (22) 3822-0880 e (22) 8812-0531. Ele mora em Itaperuna (RJ).
Estou enviando as fotos do Papai e aí vc escolhe a que achar melhor, ok!

Abraços,

Paulinho.


                                      Eduardo Henriques
                   Diretor de Eventos Artísticos e Culturais
e-mail: eventos@aabbjf.com.br  /  momentosjf@uol.com.br


NOTA DO BLOG:

Meu Caro Paulo

O Seu Cesário [seu pai] que eu conheci no seminário tinha a idade mais avançada, homem boníssimo, calmo e antecioso, foi com ele que aprendi a tocar violão, não saía de perto dele, ouvindo-o cantar e tocar, achava aquilo divino, até hoje sei de cor uma música que ele fazia uma comparação engraçada entre o branco e o negro, coisas de uma época bem diferente da nossa atual, onde tudo é censurado, naquela época não havia a  maldade que existe hoje, achava-se tudo muito natural.
Deste modo, aí está mais uma grata lembrança do tempo de seminário.


Um abraço extensivo ao seu irmão Raimundo,

Anibal Werneck de Freitas.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

ENCONTRO DE EX-SEMINARISTAS DE LEOPOLDINA


Perdoem-me caros ex-seminaristas, estes e-mails cairam na minha caixa  e eu me senti na obrigação de divulgá-los para incrementar mais o blog que está cada vez mais sendo visitado, eu, sou o Anibal dos desenhos em quadrinhos que eu sinto que marcou muito nossa passagem pelo seminário, e, deste modo, faço questão de ilustrar esta postagem com o meu personagem, ou seja, o velho e bom Tucanlino.
Abraços,
Anibal Werneck de Freitas.


Gente, olha a coisa tomando forma definitiva. Mais dois seminaristas contatados e entusiasmados: O Antônio Carlos Casulari e o Célio Batalha, como vcs podem ver abaixo. Espero que já esteja marcada a data de segunda feira próxima pra irmos a Leopoldina, ok?
Abraços,
Eduardo


De: Família Roxo [mailto:familiaroxo@terra.com.br] Enviada em: terça-feira, 8 de maio de 2012 22:41 Para: Eventos AABB Juiz de Fora Cc: marciaeceliofranklin@yahoo.com.br Assunto: Re: ENCONTRO DE EX-SEMINARISTA DE LEOPOLDINA.
Prezado Eduardo: Lógico que estou nessa. No feriado visitei meu amigo Célio Batalha em Belo Horizonte e nesta oportunidade falamos muito dos tempos do seminário, inclusive do Anibal que era quadrinista no Seminário e outros muitos mais. Será uma alegria muito grande re-encontrar com os velhos companheiros. Uma pergunta: alguém se ordenou? Estou encaminando este e-mail para o Célio que com certeza gostará de participar e que tem contato com o pessoal que foi seminarista de São Geraldo.
Abraço do Antônio Carlos Roxo.


 Caro Antônio Carlos, eu sou o Eduardo Henriques que estudou no seminário de Leopoldina. Achei vc através de sua irmã Júlia. Tudo bem? Eu, o Fernando Pereira, o Anibal Werneck e outros estamos programando um grande encontro nosso em Leopodina esse ano em data a ser confirmada. Procuramos consenso, mas o dia melhor seria nos dias 7 e 8 de stembro por causa do feriado. Esperamos poder contar com vc também. Entre em contato conosco e entre no blog abaixo e veja muita coisa que vão enternecer, temos certeza. ENTRE NO BLOG DO SEMINARIO: seminrionsaparecidaleopoldinamg.blogspot.com Do jeito que está escrito em cima: seminário sem o “a”, ok? Eduardo Henriques Diretor de Eventos Artísticos e Culturais.


Caros Antônio Carlos e Celio, estamos felizes por ter encontrado vcs e que estejam animados para o encontro. Estaremos indo segunda feira pela segunda vez ao Seminario em Leopoldina, agora para traçar as metas e coisas práticas para organizarmos o encontro, inclusive a data. Estamos pleiteando com o Pe. Chamel as datas de 07,08 e 09 de setembro (por ser feriado sexta dia 7). A semana que vem já teremos uma posição mais completa de tudo.OK? Enquanto isso deliciem-se com o nosso blog: “seminrionsaparecidaleopoldinamg.blogspot.com ”. (O BLOG FOI REGISTRADO COM A PALAVRA SEMINÁRIO SEM O “A”.DO JEITO QUE EU ENVIEI MESMO, OK?) Recordar é viver duas vezes. Se vcs têm fotos daquele tempo não deixem de enviá-las pra nós enriquecermos o nosso blog. Pode enviar prá mim Eduardo Henriques: momentosjf@uol.com.br, para o Anibinha: mardemorros@gmail.com ou para o Fernando Pereira: cruz.pereira@ig.com. 
Grande abraço,
Eduardo Henriques.

terça-feira, 8 de maio de 2012

IX LIVRO DO TRIO UIRAPURU / AQUARELA DO BRASIL [Ray Conniff]



27 – AQUARELA DO BRASIL.

Música do ubaense Ary Barroso, conterrâneo do nosso colega ex-seminarista, Camilo dos Santos Segundo, AQUARELA DO BRASIL fez parte do repertório do Trio Uirapuru. Na época não se encontrava letra de música com facilidade, os discos geralmente omitiam-na, deste modo, graças ao Diácono Carlos Alberto Nogueira Cruz, conseguimos a dita cuja, que abaixo transcrevo:






AQUARELA DO BRASIL

Brasil, meu Brasil Brasileiro,
Meu mulato inzoneiro,
Vou cantar-te nos meus versos:
O Brasil, samba que dá
Bamboleio, que faz gingar;
O Brasil do meu amor,
Terra de Nosso Senhor.
Brasil!... Brasil!... Prá mim!... Prá mim!...
Ô, abre a cortina do passado;
Tira a mãe preta do cerrado;
Bota o rei congo no congado.
Deixa cantar de novo o trovador
À merencória à luz da lua
Toda canção do meu amor.
Quero ver essa Dona caminhando
Pelos salões, arrastando
O seu vestido rendado.
Brasil!... Brasil! Prá mim ... Prá mim!...
Brasil, terra boa e gostosa
Da moreninha sestrosa
De olhar indiferente.
O Brasil, verde que dá
Para o mundo admirar.
O Brasil do meu amor,
Terra de Nosso Senhor.
Brasil!... Brasil! Prá mim ... Prá mim!...
Esse coqueiro que dá coco,
Onde eu amarro a minha rede
Nas noites claras de luar.
Ô! Estas fontes murmurantes
Onde eu mato a minha sede
E onde a lua vem brincar.
Ô! Esse Brasil lindo e trigueiro
É o meu Brasil Brasileiro,
Terra de samba e pandeiro.
Brasil!... Brasil!

Mas para relembrar com muita saudade, vou optar pela versão da AQUARELA DO BRASIL, executada pela Orquestra do Ray Conniff, com um  arranjo muito bonito, e, porque era a que mais se ouvia no seminário, depois do jantar, com o véu da noite chegando. 



FESTIVAL DE VOZES DA JUVENTUDE [Cataguases, 24/11/1963] / VA PENSIERO [Verdi, 1842]


          Eis o ingresso do Coral do Seminário N. S. Aparecida, Festival de Vozes da Juventude, regido pelo Cônego Gerardo Naves, contendo anexo o Programa das músicas, divido em três partes: Música Religiosa,
Operística e de Câmera e Folclórica.
Também, anexo ao ingresso, os nomes dos componentes do coral, dividido em três vozes: barítonos, tenorinos e contraltos, cada uma das vozes com o seu regente.

Para matar a saudade, Va Pensiero, da ópera Il Nabucco, de Verdi:
 

BOLETIM DE NOTAS DO SEMINÁRIO N. S. APARECIDA [1964]





Assim era o Boletim de Notas das Disciplinas do Seminário N. S. Aparecida,
que eram enviados para os nossos pais, estou usando o meu, com as minhas razoáveis notas, como exemplar para você recordar, não era fácil, minha sala só tinha fera.
Recordando mais um pouco, todo final do mês, o Reitor Pe. Antônio Chamel reunia todos os seminaristas e assim, lia a nota de todos, um por um, matéria por matéria e, também, a classificação na turma.

LIVRO VIII DO TRIO UIRAPURU [1965] / MA VIE [Alain Barrière]




Nesta edição VIII do repertório do Trio Uirapuru, a música de destaque foi MA VIE de Alain Barrière, um sucesso na época, todavia, segundo a ordem do Diretor do Grêmio Pio XII, nenhum conjunto musical poderia cantar música estrangeira, principalmente aquelas cujo tema se referia ao amor entre homem e mulher, estávamos no seminário e iríamos ser padres, sendo assim, resolvi fazer uma letra em português com o diácono e professor Carlos Alberto, e, deste modo saiu o seguinte:


26 - MINHA VIDA
[Música de Alain Barrière  &
Letra de Anibal Werneck de Freitas e Carlos Alberto Nogueira da Cruz]

Minha vida
É uma vida sem rosa
Minha vida
É uma estrada penosa
Eu sei
Que um dia morrerei
Eu sei
Que ressuscitarei.

Minha vida
Não é nada na Terra
Minha vida
Aqui mesmo se encerra
Eu creio
Num Ser Infinito
Eu creio
Num Lugar Bendito.

Minha vida
É um campo de batalha
Minha vida
É tão cheia de falha
Eu sei
Que tudo há de acabar
Eu sei
Que outra vida virá
Então,
Com Deus viverei.

Para a apresentação da música no Grêmio Pio XII, foi preciso montar um coro para acompanhar o Trio Uirapuru [Anibal Werneck, Edgar Bicalho e Luiz Olímpio], os membros do coro foram:

Antônio Aurélio David Silva,
Sebastião Antunes Pandeló,
Nivaldo de Castro Pandeló,
Sebastião José Duarte,
Eduardo Henriques de Oliveira,
Everaldo Bicalho,
João Conciano Gonzaga
e
Antônio Alves Moreira.

A apresentação emocionou os gremistas, a missão estava cumprida.