(Verso 1)
O vento sopra e a poeira vai girar,
Ogum na frente para o caminho abrir.
Flecha de Oxóssi corta a mata e o luar,
E a cachoeira de Oxum me faz sorrir.
O raio brilha na justiça de Xangô,
A força santa que meu peito abraçou.
O vento sopra e a poeira vai girar,
Ogum na frente para o caminho abrir.
Flecha de Oxóssi corta a mata e o luar,
E a cachoeira de Oxum me faz sorrir.
O raio brilha na justiça de Xangô,
A força santa que meu peito abraçou.
(Refrão)
É no mar de Iemanjá que eu vou saudar,
Na paz branca de Oxalá se renovar.
Gira o mundo, deixa a gira girar,
Abram as portas para os Orixás passar!
É no mar de Iemanjá que eu vou saudar,
Na paz branca de Oxalá se renovar.
Gira o mundo, deixa a gira girar,
Abram as portas para os Orixás passar!
(Verso 2)
Bate o tambor que a tempestade já passou,
A cura vem na palha de Obaluaê.
Velha Nanã moldou a vida com amor,
Toda a energia que sustenta o meu viver.
Laroyê na vanguarda a nos proteger,
A nossa força está na luz desse axé.
Bate o tambor que a tempestade já passou,
A cura vem na palha de Obaluaê.
Velha Nanã moldou a vida com amor,
Toda a energia que sustenta o meu viver.
Laroyê na vanguarda a nos proteger,
A nossa força está na luz desse axé.
(Refrão)
É no mar de Iemanjá que eu vou saudar,
Na paz branca de Oxalá se renovar.
Gira o mundo, deixa a gira girar,
Abram as portas para os Orixás passar!
É no mar de Iemanjá que eu vou saudar,
Na paz branca de Oxalá se renovar.
Gira o mundo, deixa a gira girar,
Abram as portas para os Orixás passar!
(Final)
Axé na terra, axé no mar.
Epá Babá!
Axé na terra, axé no mar.
Epá Babá!
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