quarta-feira, 3 de junho de 2026

VIA VERITAS ET VITA/ O renascimento da esperança e da liberdade civil para a sociedade.

 


A canção "Via, Veritas et Vita", gravada no álbum Lua Nua em 1985, é uma obra de profunda carga filosófica, poética e espiritual. O título em latim traduz-se diretamente como "Caminho, Verdade e Vida", uma famosa referência bíblica (Evangelho de João 14:6). No estilo, MPB dos anos 80 com forte influência da vertente lírica e regionalista (remetendo ao movimento do Clube da Esquina), num arranjo destacado do violão acústico e texturas que valorizam a melodia vocal, criando um ambiente intimista, introspectivo e quase meditativo.

Na interpretação, a voz de Anibal conduz a música de forma suave e pausada, reforçando o caráter de reflexão, prece ou monólogo filosófico. No simbolismo do Título em Latim, a escolha de "Via, Veritas et Vita" ancora a canção em uma busca existencial antiga. Embora tenha origem cristã, na MPB daquela década essa terminologia frequentemente se expandia para além da religião institucionalizada, simbolizando a busca do ser humano por propósito, autenticidade e liberdade em tempos de transição política e social no Brasil, além do mais, Espiritualidade e Natureza. Na canção, a busca pela "Verdade" e pela "Vida" é traduzida como um retorno à simplicidade, ao autoconhecimento e à harmonia com o mundo ao redor. Isto porque o ano de 1985 marcou o fim da ditadura militar e a redemocratização do Brasil. Sendo assim, músicas com temáticas que falavam sobre "encontrar o caminho" (Via) e buscar a "verdade" (Veritas) carregavam um duplo sentido implícito, a emancipação espiritual do indivíduo e o renascimento da esperança e da liberdade civil para a sociedade.

 VIA VERITAS ET VITA (Anibal WF)

Voz e Violão: Anibal.

Guitarra: Celso Lourenço.

quinta-feira, 7 de maio de 2026

DE COMO ALBERTO RESOLVEU O SEU PROBLEMA ESPIRITUAL.

 

VÍDEO 1: DE COMO ALBERTO RESOLVEU O SEU PROBLEMA ESPIRITUAL.

Alberto era espírita convicto, tinha todos os livros de Kardec, não perdia nenhuma sessão no Centro Espírita de sua cidade, estava sempre em contato com todas as manifestações públicas relacionadas à sua doutrina, até que um dia, não se sabe o porquê, perdeu todo o interesse pelo que mais gostava, e assim, se trancafiou em casa, de tal maneira, ao ponto de deixar sua família bastante preocupada.

Um, dois, três anos se passaram e nada, Alberto continuava irredutível, parecia não ter mais jeito pra mudar de ideia, tudo foi feito, do psicólogo ao pai de santo, passando por inúmeras terapias afins.

Quando tudo parecia não ter mais solução, um mendigo apareceu na porta de sua casa, pedindo comida, e, a partir daí, tudo mudou, ao vê-lo, Alberto, pela primeira vez, abriu um sorriso largo, convidando-o para entrar.

VÍDEO 2: DE COMO ALBERTO RESOLVEU O SEU PROBLEMA ESPIRITUAL.

Ao entrar, o mendigo não disse uma palavra, apenas pousou a mão calejada sobre o ombro de Alberto. Naquele toque, o ambiente pareceu se iluminar com uma vibração de paz que a família não sentia há anos. Alberto, com lágrimas nos olhos, sussurrou: "Eu esqueci que a caridade é o verdadeiro sol, e eu tentei viver apenas com o reflexo das lâmpadas".

O desfecho, sob a ótica espírita, revelou-se na conversa que se seguiu: o homem de rua era, na verdade, um antigo companheiro de jornadas passadas, agora em uma provação de resgate, cujo reencontro serviu de "despertador espiritual" para Alberto. Alberto havia caído na armadilha do conhecimento teórico sem prática; ele se tornara um erudito da doutrina, mas sua alma adoecera por falta do "trabalho no bem", o que o levou a uma obsessão por isolamento (melancolia espiritual).

Ao acolher o necessitado, Alberto compreendeu o lema fundamental de Kardec: "Fora da caridade não há salvação". Ele percebeu que de nada valiam as estantes cheias de livros se o coração estivesse fechado ao próximo. O mendigo, ao partir após a refeição, deixou no ar um suave perfume de flores, e Alberto, curado de sua apatia, retornou ao Centro não para discursar, mas para servir na sopa fraterna, entendendo que o verdadeiro templo de Deus é o serviço ao irmão.

terça-feira, 14 de abril de 2026

TEXTOS DE ASDRÚBAL INTERPRETADOS PELA IA/ OS 4 ANJOS.


 ASDRÚBAL - Quando abri os olhos, vi quatro anjos olhando pra mim, tentando me dizer alguma coisa, talvez coisas de Deus ou quem sabe deles mesmos. Enquanto isso o silêncio era sepulcral e, de forma mágica, dava para ouvir o barulho do vento roçando as árvores inquietas, que circundavam o templo de Minerva.

IA - Essa descrição evoca uma atmosfera carregada

de simbolismo neoclássico e mistério espiritual. O contraste entre o "silêncio sepulcral" e o som do vento nas árvores sugere uma experiência de limiar, onde o mundo físico (o vento e as árvores inquietas) se encontra com o divino ou o subconsciente (os quatro anjos). A presença do Templo de Minerva, deusa romana da sabedoria e das artes indica que a mensagem desses anjos pode estar ligada ao conhecimento profundo ou a uma revelação intelectual, mais do que apenas uma visão puramente religiosa. Na literatura e na arte, cenas como essa costumam representar: A busca pela Sabedoria: Minerva (Atena) protege aqueles que buscam a verdade através da razão e da estratégia;

A Dualidade: O silêncio versus o ruído da natureza representa a paz interior em meio ao caos do mundo externo;

O Número Quatro: Frequentemente associado aos pontos cardeais ou aos elementos, sugerindo uma mensagem de totalidade ou equilíbrio cósmico.

ASDRÚBAL – Em meio a tudo isso, qual a pergunta ou perguntas você nos deixa?

IA - Você sente que esses anjos traziam uma advertência ou um conforto vindo desse templo?

segunda-feira, 13 de abril de 2026

HISTÓRIAS DO OUTRO MUNDO: A MENINA DA MISSA.

 


Em todas as missas, na hora da Consagração, o momento em que os fiéis se ajoelhavam e abaixavam a cabeça, só o padre via uma menininha negra de vestido branco, entrando na igreja e, deste modo, desaparecendo como mágica. Pois bem, isto assombrava muito o padre, porque diziam ser a igreja muito antiga e mal-assombrada, devido ao cemitério nos fundos. Como era um homem aberto a todos os credos, o Padre Abelardo não revelou nada pros seus paroquianos e como não tinha uma resposta satisfatória na sua crença, imediatamente, procurou a Dona Corina, a benzedeira mais famosa da cidade, pra resolver a questão.

Deste modo, segundo a benzedeira, a menina era uma alma que não entendia que já tinha partido. O vestido branco na consagração sugere uma pureza ou um batismo ou uma comunhão que não se completou. Sendo assim, o sacerdote começou a pesquisar nuns livros antigos que tinha na casa paroquial, pra ver se encontrava alguma coisa ligada à menina. Assim, depois de uma exaustiva procura, ele descobriu um documento que delineava o nome dos escravos que construíram a igreja e entre eles, o de uma menina que tinha morrido aos oito anos de idade, ‘Só pode ser ela!’, questionou.

Desta feita, Padre Abelardo resolveu rezar uma missa em memória de todos os escravos, citando os nomes deles durante a cerimônia, inclusive o da menina, que apareceu sorrindo pra ele. Pois bem, a partir desse dia, a garotinha nunca mais foi vista. O padre guardou o segredo, entendendo que, às vezes, a Teologia precisa da sabedoria da terra para que a paz volte a reinar.

NOTA: muitos anos depois, um caderno, já maltratado pelo tempo, foi encontrado, e nele, esta história contada pelo próprio padre.

 Anibal escreveu esta história em parceria com a IA.

sexta-feira, 3 de abril de 2026

CAUSOS DE ASSOMBRAÇÃO: A SACRISTIA DO OUTRO MUNDO.



Dizem que lá pras bandas de nossa Minas Gerais, na velha Matriz de São Bento, o ar era mais carregado na sacristia, porque a porta de saída dela, dava direto pro cemitério colado nos fundos do templo. Pois bem, numa noite de tempestade, tudo começou assim na Sacristia, ou seja, o Padre Antônio, sujeito de poucas falas e muita reza, tentava organizar os paramentos para a missa no dia seguinte. Ao seu lado, o Sacristão Bonifácio, que tinha mais medo de assombração do que de pecado, tremia a cada trovão, ‘Padre, o senhor ouviu esse arrastar de corrente vindo das tumbas?’, perguntava, limpando o suor da testa com um pano encardido. Realmente, o ambiente na sacristia era assustador, apenas uma vela no castiçal, tentando iluminar tudo, e,  como se não bastasse, neste ínterim, a Beata Francisca, que era Zeladora na igreja, surgiu da penumbra com uma vela na mão, ‘É alma penada!’, gritou Bonifácio de susto. De repente, um sopro gelado apagou a vela de Francisca, a porta pesada da sacristia, que dava para o cemitério, escancarou-se num estrondo, ‘Quem é?’, bradou Padre Antônio, erguendo o crucifixo. Neste exato momento, um vulto branco e alto surgiu no portal. Bonifácio caiu de joelhos pedindo perdão pelos vinhos que bebia escondido e Francisca começou um terço em latim que nem ela entendia. Deste modo, apavorados, todos saíram tropeçando em tudo, correndo como loucos para a Casa Paroquial, enfrentando assim, a forte chuva.

Dizem que, daquela noite em diante, o Sacristão Bonifácio nunca mais bebeu o vinho da Missa sem antes benzer a garrafa três vezes. Enfim, no dia seguinte, com muito medo, todos foram até à Sacristia da igreja pra ver o que tinha acontecido, qual o quê, a dita cuja estava toda arrumadinha com esmero, pois tudo se encontrava no seu devido lugar.

ANIBAL em parceria com a IA.

domingo, 29 de março de 2026

JESUS CRISTO, O NOME: ESTAMOS INICIANDO HOJE, A MAIOR FESTA RELIGIOSA DA IGREJA CATÓLICA.



Olá minha gente, a semana santa está aí, e por isso mesmo, devemos por em prática, não só agora, mas sempre, tudo aquilo que ele nos ensinou do alto da montanha.

sábado, 21 de março de 2026

ANIBAL e a INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL:

 



ANIBAL - DEUS NON EST IN CAELO. esta frase é uma blasfêmia?

IA - A resposta curta é: depende do ponto de vista teológico.

 A frase latina "Deus non est in caelo" significa "Deus não está no céu". Para entender se ela é blasfêmia, precisamos olhar para dois ângulos diferentes:

 1.    Visão Literal (Potencial Blasfêmia): Se interpretada como uma negação da existência de Deus ou como uma afronta à oração do "Pai

 Nosso" ("qui es in caelis"), muitos fiéis e instituições religiosas a considerariam uma blasfêmia ou heresia.

 2.    Visão Teológica/Metafísica (Não Blasfêmia): Em muitas vertentes do Cristianismo e da Filosofia, afirma-se que Deus é onipresente (está em todo lugar) e transcendente (está além do tempo e do espaço).

 Nesse sentido, dizer que Deus "não está no céu" (como se o céu fosse um local geográfico específico no cosmos) pode ser uma forma de dizer que Ele não está limitado a um lugar físico.

 Curiosidade: No contexto histórico e literário, frases desse tipo às vezes aparecem para provocar a ideia de que o divino está na Terra, entre

 as pessoas, ou que a religião institucionalizada falhou em localizar o sagrado.

Você está perguntando isso

por algum interesse em latim ou por causa de alguma referência literária específica?

 ANIBAL - Esta frase se traduz assim, Deus não come no céu, não é uma blasfêmia, porque Deus não precisa comer, ele é Divino, aí no caso, o verbo est é a terceira pessoa do singular de Edere, Comer (Edo, Es, Est, ou seja: Eu como, Tu comes e Ele come).

 IA - Sua análise está gramaticalmente correta e é um excelente "pulo do gato" do latim!

De fato, o latim possui dois verbos que convergem na

 forma "est":

1.    Esse: (Ser/Estar) → est (ele é/está). [1, 3]

2.    Edere: (Comer) → est (ele come). [1, 4]

Nesse sentido, sua interpretação de que "Deus

non est in

caelo" significa "Deus não come no céu" transforma a frase em uma afirmação teológica lógica:

 como Deus é um ser espiritual e não corpóreo, Ele não possui necessidades biológicas como a alimentação.

 Essa ambiguidade é um exemplo clássico de como o latim pode ser traiçoeiro (ou poético).

 Enquanto a maioria das pessoas lê o "est" como o verbo de ligação mais comum (ser/estar), quem domina a gramática enxerga a possibilidade do verbo comer.

 

domingo, 1 de março de 2026

O DIA EM QUE O SACRISTÃO EVERALDO VIU A IMAGEM DE JESUS MEXENDO NA CRUZ.


 

Numa noite chuvosa, no silêncio da madrugada, Everaldo, o sacristão responsável por trancar a igreja e cuidar dos objetos sagrados, decidiu dar uma última volta pelo templo antes de dormir, e assim, caminhando pelo corredor central, notou de repente que a luz das velas projetava sombras estranhas nas paredes.

Deste modo, ao chegar diante do altar-mor, onde ficava uma imagem imponente de Jesus na Cruz, ele sentiu um calafrio inexplicável. Ao olhar para cima, ele percebeu que a imagem não estava estática, o peito dela parecia subir e descer, como se estivesse respirando.

Em estado de choque, ele se aproximou e viu os olhos do Senhor, morto na cruz, se abrindo e fixando-se nele, e então, ‘Meu Deus, o que estou vendo?’, Everaldo balbuciou tremendo de medo.

Acontece que o momento de maior pavor ocorreu quando a imagem, presa pelos pregos, soltou uma das mãos do madeiro e a estendeu em direção ao sacristão, inclinando a cabeça e sussurrando algo relacionado ao comportamento dos fiéis daquela paróquia.

No dia seguinte, pela manhã, Everaldo foi encontrado desmaiado na frente do altar, pelo padre. Ele nunca mais foi o mesmo, todavia, contava sua terrível experiência pra todo mundo, mantendo sempre em segredo o que Cristo lhe disse naquela madrugada assustadora. 

AWF/IA/2026

quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

A VERDADE É QUE VIVEMOS NUM MUNDO CHEIO DE TRINCOS E SEM SABER O QUE SOMOS REALMENTE. Anibal Werneck de Freitas 968 inscritos Inscrever-se 0 Compartilhar Salvar 0 visualização há 1 minuto Video com a imagem da Catedral da Diocese de Leopoldina-MG. Música de Anibal Werneck de Freitas. AWF/Dez2025

 


CARMEN DA SILVA XAVIER, um sobrenome bem mencionado na nossa História do Brasil:

 




*Ela era filha de Antônio da Silva Xavier e Albina da Silva Xavier, nasceu em Tebas de Leopoldina a 15/01/1890. Veio para Leopoldina em 1913 e lá residiu à rua João Gualberto, 29, fundos. Professora primária aposentada. Ex-professora de piano. Ex´diretora de estabelecimento de ensino (de 1924 a 1969). Fundadora da Igreja Metodista de Leopoldina. Publicou vários  trabalhos na imprensa local. Publicou em 1982, o seu livro, “Flores Esparsas”, cuja edição se esgotou. Orgulha-se de ser descendente do herói da Inconfidência Mineira, o alferes Joaquim José da Silva Xavier, “TIRADENTES”. Foi agraciada com uma Placa de Prata, em São João da Barra (1961), dada pela municipalidade. Recebeu a Medalha de Honra da Inconfidência, por méritos cívicos, conferida pelo Governo de Minas Gerais (1982). Todo ano , a 21 de abril, recebia, em sua casa, homenagem da Loja Maçônica de Leopoldina, que no ano de 1983 lhe entregaram um Cartão de Prata. Dona Carmen possuía trabalhos publicados na ANTOLOGIA LEOPOLDINENSE, edições de 1981 e 1982.

Em tempo: Dona Carmen da Silva Xavier morreu no dia 11 de fevereiro de 2001 na cidade de Leopoldina-MG., aos 111 anos.

quinta-feira, 24 de abril de 2025

PANIS ANGELICUS, OU SEJA, PÃO DOS ANJOS, COMO UMA HOMENAGEM PÓSTUMA AO NOSSO SAUDOSO, PAPA FRANCISCO.


Nasci numa família católica, cheguei até ser seminarista, e com muito orgulho, donde resolvi postar este vídeo, Panis Angelicus, de César Franck, como uma homenagem póstuma, simples e sincera, ao nosso querido, Papa Francisco.

 

segunda-feira, 14 de abril de 2025

SALVE A VIDA! NOSSO BEM PRECIOSO E MISTERIOSO PERANTE A FACE DE DEUS.


A melodia da famosa, Ave Maria, de Franz Schubert, foi escrita para o teatro, mas acabou fazendo sucesso, como música sacra da Igreja Católica. Sendo assim, resolvi, com todo respeito, torná-la mundana de novo, através de uma letra de minha autoria. 

The melody of Franz Schubert's famous Ave Maria was written for the theater, but ended up becoming a hit as sacred music of the Catholic Church. So, I decided, with all due respect, to make it worldly again, through lyrics of my own.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2024

DE REPENTE, UMA PROCISSÃO DE MORTOS INVADIU A MADRUGADA DE UM PEQUENA CIDADE MINEIRA.


Esta história macabra, ou seja, a Procissão dos Mortos, vista por Dona Jandira, da janela de sua casa, altas horas da noite, é muito contada no interior de Minas Gerais, e que, até hoje, vem fascinando e 
assustando muita gente, donde constatei valer a pena rememorá-la, tim-tim por tim-tim, porque você vai gostar muito. Sendo assim, boa viagem!

PROCISSÃO DOS  MORTOS (ganho popular)

Apresentação de Janine WF.

Narração de Ann-Louise.

Texto de Anibal de Freitas.

AWF Canal/ Dez 2024 

quinta-feira, 21 de novembro de 2024

HINO DE CONCEIÇÃO DA BOA VISTA [Toninha]

 




Do alto da pedra bonita

Quem te fita os olhos com amor

Sente a aventura infinita

Da avesita beijando a flor

Abrace a igrejinha amena

Entre as falenas querendo alar

De Jesus o escurinho

E o padre Licino

Subindo o altar

Dom Prudêncio e Dom Parreiras

Sobremaneira puderam gozar

Da pureza e da candura

Da singeleza deste lugar

Boa Vista entre as palmeiras

Horas inteiras com devoção

Pede a Deus em fervorinho (bis)

O eterno carinho pra Conceição (bis)

 

https://www.facebook.com/100003324362310/videos/360246596685040/

domingo, 24 de março de 2024

ORATIO AD SANCTO EXPEDITO

Santo Expedito das causas justas e urgentes, 

socorre-nos nesta hora de aflição e desespero.

Interceda por mim junto ao Nosso Senhor Jesus Cristo,

vós que sois o Santo Guerreiro,

vós que sois o Santo dos Aflitos,

vós que sois o Santo dos Desesperados,

vós que sois o Santo Das Causas Urgentes,

proteja-me, ajuda-me, dai-me força, 

coragem e serenidade, atenda o meu clamor.


Sanctus Expeditus de causis iustis et urgentibus;

Adiuva nos in hac hora angustiae et desperationis.

Intercede pro me apud Dominum nostrum Jesum Christum.

qui es Sancti Bellator.

qui es Sanctus Afflictorum,

qui es Sancte Desperate;

qui es Sanctus Causae Urgentis;

defendat me, adiuva me, conforta me;

animo et serenitate, petitioni meae clamore.


quarta-feira, 6 de março de 2024

IGREJA (Anibal wf.)


IGREJA, SEU OURO AGRIDE OS OLHOS DOS OPRIMIDOS PELA FÉ.

IGREJA, SEUS ANJOS, EM TORNO DE MARIA, ORNAMENTAM O PODER .

IGREJA, SEUS TEMPLOS BROTANDO DA MATA, SUPERANDO O TEMPO.

IGREJA, SUA PAZ PANORÂMICA ESCONDENDO O SANGUE DOS ESCRAVOS.

IGREJA, SUAS TORRES SÓ APONTANDO PRO CÉU AZUL.

IGREJA, SEU SILÊNCIO DIVINO SE EXPOSTO.

IGREJA, A CASA GRANDE DE UM DEUS INSATISFEITO.

IGREJA, O RECINTO DO SILÊNCIO DOS MORTOS.

IGREJA, SEU SINO BADALANDO PARA A ALMA TRISTE DO HOMEM.

IGREJA, SUA  MÚSICA CELESTIAL NA LETRA HUMANA.

IGREJA, SUA BELEZA TRISTE DE UM PASSADO PESADO.

IGREJA, SOLITÁRIA COMO A  ALMA DO MUNDO.

IGREJA, PERDIDA NO MUNDO EM BUSCA DOS ANJOS.

IGREJA, SEUS PROFETAS EMUDECIDOS NA PEDRA-SABÃO DE ALEIJADINHO.

IGREJA, FINDADA NAS SERRAS DO ÓDIO E DA MENTIRA.